Deputado federal, quatro números. Deputado estadual, cinco. Primeiro senador, três. Segundo senador, três. Governador, dois. Presidente, dois. Reparou na grande quantidade de algarismos para lembrar na hora de votar? São 19 no total. E se ao chegar à frente da urna eletrônica der aquele apagão? Para evitar problemas, a Justiça Eleitoral orienta os cidadãos a levarem a famosa “colinha”.
A juíza Anacléa Valéria de Oliveira Schwanke explica dispositivos eletrônicos e câmeras fotográficas não podem ser levados para a cabide de votação, por isso, as anotações devem ser feitas em papel. A colinha “é recomendável”, diz ela. “Nós temos no site do TSE o link para você imprimir, caso você não tenha. E nós distribuímos nas escolas para que os alunos levassem para os pais.”
O site do Tribunal Superior Eleitoral é tse.jus.br. Ao acessar a página, basta procurar a opção “Cola eleitoral”.
Anacléa Schwanke alerta que o grande número de candidatos pode gerar confusão, e a votação em ordem incorreta gera nulidade.
A juíza avalia que especialmente nas eleições gerais as filas nas seções de votação ficam maiores, e isso provoca cansaço nos eleitores. Muitas vezes, a demora se dá porque o cidadão esquece os números ou não lembra a ordem correta.
E para não haver dúvidas, ela ensina: “Você vai colocar o número do candidato; depois que aparecer a fotinho, você aperta ‘confirma’, vai para o próximo candidato e faz esse procedimento de novo”.
Os dados dos eleitores e dos candidatos foram gravados nas urnas eletrônicas na semana passada. Em seguida, cada unidade passou pela etapa de lacração. Os equipamentos foram armazenados em local seguro e sob vigilância, onde ficam até sábado (3), quando serão transportados para os locais de votação.
O primeiro turno das eleições será neste domingo (4). Caso haja necessidade de segundo turno, a votação será no dia 25 de outubro.












