Um tombo mal caído durante a pelada de futsal num domingo de sol me levou ao hospital. Depois do devido conserto no Hospital Unimed, onde fui muito bem tratado, restava a sintonia fina para retomar o movimento natural dos dedos da mão esquerda.
Foi aí que me deparei com uma turma de dedicação absoluta, a equipe de fisioterapia da Equilíbrio. É quase um balé a correria das profissionais pelas salas e corredores da clínica, um revezamento de aparelhos para atender pessoas com os mais variados problemas e de todas as idades.
Além do balé bem sincronizado, chamou-me a atenção o carinho de cada profissional da fisioterapia e o sorriso no rosto (sabemos que nem sempre é fácil sorrir). Palavras de incentivo como “você vai melhorar”, “já, já fica bom” e “faça exercícios” entram como um tratamento auxiliar que te leva a crer que realmente ficará bem (se fizer o tratamento correto, fica). Sem contar a boa prosa, o que torna a terapia mais leve.
Para confessar a verdade, estou devendo a retomada das sessões, a retomada das corridas e também a volta ao futebol (lá vêm os quilinhos a mais). Ainda preciso daquela luva de proteção, mas vai dar certo.
Obrigado, doutoras. Conforme prometido, escrevi sobre o interminável puxa aqui, estica ali.
Volto já.
Em tempo: homenagem ao Dia Nacional do Fisioterapeuta, comemorado em 13 de outubro.

















