Colunista
FORAM muitas as reações contra a declaração do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) sobre a possível volta da edição do Ato Institucional nº 5 em caso de provocações, como resposta a uma radicalização da oposição. Ele garantiu que nem ele nem o governo estudam o retorno do decreto que marcou a “época de chumbo” do regime militar brasileiro e acusou a oposição de ter deturpado a sua fala.
PRESIDENTE do Senado Federal, Davi Alcolumbre, classificou de “absurda”, “retrocesso” e “afronta inadmissível” a declaração do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente da República, Jair Bolsonaro, sobre a possível volta do AI-5. Não existe essa possibilidade, segundo ele.
PRESIDENTE Bolsonaro afirmou que não existe a possibilidade da volta do AI-5. “AI-5 (existia) no passado, existia outra Constituição, não existe mais. Esquece. Vai acabar a entrevista aqui. Cobrem dele”, afirmou na saída do Palácio da Alvorada. “Quem quer que seja que fale em AI-5 está sonhando. Não quero nem ver notícia nesse sentido aí”.
DEPUTADO federal e presidente estadual do Cidadania, Rubens Bueno, classificou de “atentado contra a Constituição” a afirmação do deputado Eduardo que, em entrevista, cogitou a edição de um novo AI-5 para conter a radicalização da esquerda e manifestações contra o governo no país. “Trata-se de uma estupidez política, uma ameaça de golpe que precisa ser rechaçada por todos os democratas. Somos um Estado Democrático de Direito e um parlamentar não pode nem mesmo aventar uma possibilidade desse tipo. Creio que cabe até uma reprimenda pública por parte da Câmara ao deputado Eduardo Bolsonaro”, afirmou Rubens Bueno.
PRESIDENTE da OAB-Paraná, Cássio Telles, presidiu a solenidade de compromisso de novos advogados em Maringá nesta quinta-feira (31). Durante o evento, ele destacou em seu discurso que “o retorno do AI-5 é negar toda a história de lutas pela redemocratização”. “O AI-5 suprimiu garantias fundamentais e liberdades. Foi um período terrível, de perseguição absurda e restrição arbitrária, de prisões sumárias, sem qualquer julgamento”, relembrou. “Sugerir o retorno do AI-5 é negar toda a história de lutas do povo brasileiro pela redemocratização, que culminou na Constituição de 1988”, ressaltou. Telles pontuou ainda que é inaceitável que esse tipo discurso seja retomado, notadamente vindo de um parlamentar do Congresso Nacional. “Ainda que se trate de uma fala isolada não podemos aceitar”.
ACONTECE neste domingo (3) o primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No Paraná 211.308 candidatos estão inscritos. O segundo dia de provas acontece no dia 10 de novembro. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela aplicação, listou mais de 30 itens que podem levar à desclassificação do candidato. O rol inclui fazer a prova com caneta que não seja esferográfica, transparente e de tinta preta, emissão de som de equipamento eletrônico mesmo lacrado, entre outros.
FILHO do presidente eleito da Argentina, Estanislao Fernández, respondeu na quarta-feira (30) a um tuíte irônico publicado dias antes por Eduardo Bolsonaro, filho do presidente brasileiro. Estanislao escreveu uma mensagem em espanhol relatando que muitos brasileiros passaram a segui-lo nos últimos dias. “Quero dizer para a comunidade LGBTTTIQQA+ mais aliados do Brasil que estamos juntos nessa luta. Lembre-se que o amor sempre vence o ódio e entre nós temos que nos cuidar sempre.” Dias antes, Eduardo havia compartilhado em sua conta na rede social uma montagem feita por outro usuário em que Estanislao aparecia fazendo cosplay do personagem Pikachu enquanto que o brasileiro segurava uma arma de grosso calibre. 
ESTANISLAO Fernández tem 24 anos e é o único filho do presidente eleito da Argentina. No Instragram, onde tem mais de 140 mil seguidores, define-se como Drag Queen, Cosplayer e Streamer. Já no YouTube, faz vídeos em que conversa com seguidores e avalia jogos. Durante a campanha pela presidência argentina, defendeu o pai e questionou mensagens homofóbicas que criticavam seu estilo de vida. Em entrevista a uma rádio argentina em junho, Alberto foi questionado sobre o tema, até então evitado pelos jornalistas. Ele ressaltou o papel do filho na comunidade LGBTi. “Tenho orgulho do meu filho. Como não vou ter? Ele é militante dos direitos dessa comunidade. Ficaria preocupado se fosse um delinquente.”
NO Brasil o recorde da série histórica foi também verificado neste ano (5.187.532), mas desde então o número de empresas ativas tem caído gradativamente. Já com relação ao pessoal ocupado (ou seja, o número de trabalhadores assalariados), o recorde no Paraná foi registrado em 2014, quando haviam 2.360.752 pessoas trabalhando nas empresas ativas pelo estado. Hoje já são 2.216.433, o que significa que 144.319 postos de trabalho foram fechados desde então. No Brasil como um todo a queda foi ainda mais expressiva: há cinco anos eram 35.220.894 trabalhadores assalariados
CUSTO das Câmaras de Vereadores pesa mais no orçamento dos menores municípios. Na média de todos os municípios brasileiros o financiamento das despesas com o Legislativo consome 2,8% da receita das Prefeituras. Nas cidades com até 20 mil habitantes essa participação chega a 3,8%. Nesses municípios as Câmaras custam 2,7 vezes mais do que o valor arrecadado com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Os dados foram levantados pela Frente Nacional de Prefeitos a partir de informações contábeis e fiscais do setor público divulgadas pela Secretaria do Tesouro Nacional, e publicados no anuário Multicidades. Relativos a 2018, os dados foram complementados com relatórios divulgados pelas Prefeituras em seus portais de transparência ou por órgãos governamentais de controle. Nos municípios com população de 20 mil a 50 mil, a participação das Câmaras na receita da Prefeitura cai para 3%. Nos municípios de 100 mil a 200 mil, o percentual fica em 2,6%.
BRADESCO precisa melhorar suas despesas operacionais, as quais estão acima da meta estabelecida para 2019, admitiu o presidente do banco, Octavio de Lazari, e que está tomando medidas para isso – além do programa de demissão voluntária (PDV), com adesão de mais de 3 mil funcionários e o fechamento de 450 agências até o ano que vem. “Temos de melhorar nossas despesas e estamos tomando providências para isso”, destacou o executivo, em teleconferência com a imprensa, realizada nesta quinta-feira (31). 
DEPOIS de fechar 50 agências até setembro, o Bradesco espera encerrar mais 100 unidades ainda neste ano. Mais de 300 devem ser descontinuadas em 2020, conforme Lazari. Ao fim de setembro, o Bradesco contava com 4.567 agências. No caso das despesas operacionais, que consideram gastos administrativos e de pessoal, o Bradesco espera aumento de até 4%. Nos primeiros nove meses, entretanto, o Bradesco reportou elevação de 7,5%. Segundo Lazari, as despesas do banco devem ficar alinhadas à média histórica da instituição, mas acima das projeções.
FRASE: A Amazônia não está pegando fogo até porque a floresta é úmida. Não tem como pegar fogo (Do presidente Jair Bolsonaro em declaração quando de sua visita à Arábia Saudita).

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