Colunista
REITORES das Universidades Federais e do Instituto Federal do Paraná reuniram-se, na manhã segunda (13), com os parlamentares da bancada federal paranaense na articulação de mobilizar forças contra os cortes orçamentários realizados pelo Ministério da Educação. No encontro, os reitores apresentaram dados referentes a orçamento, ensino, pesquisa e extensão, para contextualizar o impacto que essa medida governamental pode causar se não revertida. Juntas, as quatro instituições federais de ensino superior somam quase cem mil estudantes. Eles se comprometeram a lutar pela reversão da medida que pode afetar pesadamente o funcionamento das universidades no próximo semestre. 
ALGO estranho chamou a atenção. Embora seja uma causa que afeta trabalhadores, os parlamentares do PT, sempre comandados por Gleisi Hoffmann, não compareceram. Estiveram presentes, além dos três senadores paranaenses (Alvaro Dias, Flávio Arns e Oriovisto Guimarães), os deputados Rubens Bueno, José Carlos Schiavinato, Gustavo Fruet, Luciano Ducci, Sérgio de Souza, Luizão Goulart, Reinhold Stephanes Jr, Aliel Machado, Chico da Princesa, Toninho Wandscheer e Leandre Dal Ponte.
EX-DIRETOR da Secretaria de Educação, Maurício Fanini, que fez as delações premiadas que renderam a ampla investigação da Operação Quadro Negro, sobre o desvio de verbas destinadas à construção de escolas, está preso desde setembro de 2017. Fanini fez 62 depoimentos. Agora ele quer a liberdade como prêmio pelas delações que renderam três mandados de prisão preventiva, um mandado de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão; três ações penais; dez pessoas físicas denunciadas com base na sua delação, entre elas o ex-governador Beto Richa e outros personagens da política paranaense.
EM sua delação Fanini revelou com riqueza de detalhes como funcionava o desvio do dinheiro público e sua transformação em propinas pagas para políticos no Paraná, nem por isso mereceu perdão judicial, que volta a pedir nas alegações finais da defesa perante a 9.ª Vara Criminal de Curitiba. Ao final da petição, os advogados requerem ao juiz da 9.ª Vara Criminal, Fernando Bardelli Fischer, a concessão do perdão judicial ao acusado colaborador; a fixação da multa prevista no art. 58 do CP em seu mínimo legal; ou a aplicação integral dos termos do acordo de colaboração premiada no que tange as penas que devem ser impostas ao peticionário.
SANEPAR (Companhia de Saneamento do Paraná) informou a suspensão do reajuste de 12,13% na conta de água e esgoto, após uma medida cautelar do Tribunal de Contas do Estado do Paraná. O comunicado foi feito pela companhia.Conforme o documento da Sanepar, a medida cautelar foi concedida após uma Comunicação de Irregularidade feita pela 2ª Inspetoria de Controle Externo do TCE-PR no dia 6 de maio. No relatório a 2ª ICE afirmou que o reajuste é uma “aberração travestida de uma teia de números, que visam distribuir lucros aos acionistas”.Ainda no documento, a Inspetoria diz que desde o reajuste feito em 2017 a Sanepar acumula aumento tarifário de 27,92% enquanto no mesmo período o Índice de Preços ao Consumidor Amploque mede a inflação, foi de 12,06%. As informações são do G1-PR.
DEPUTADO federal Ricardo Barros (PP) participou segunda-feira (13) da abertura da cúpula Mundial da Organização Mundial da Família em Lisboa. O evento reúne representantes dos cinco continentes para debater ações que garantam o desenvolvimento sustentável das famílias e erradiquem a pobreza, seguindo a Agenda 2020, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU).A temática da edição de 2019 é utilizar a educação como a principal ferramenta para “Não deixar nenhuma família para trás” assegurando educação inclusiva, aprendizagem e oportunidade para todos.Barros representa a Câmara Federal no evento.
DADOS do Instituto Paraná Pesquisa mostram a percepção dos brasileiros em relação ao seu futuro. Consulta feita em 168 municípios de 26 Estados e  Distrito Federal  entre os dias 30 de abril e três de maio deste ano indicam que para 53,1% o Brasil está no caminho certo; 41,4% errado para a melhoria da vida dos brasileiros e 5,5%  não sabe/ não respondeu. 
POR outro lado a percepção de que o Brasil não está no caminho certo atingiuo maior nível já alcançado, superando o recorde anterior, registrado durante os últimos meses de governo da ex-presidente Dilma Rousseff, segundo uma pesquisa feita pela consultoria Ipsos.De acordo com o Ipsos, 95% dos brasileiros consideram que o país segue no rumo errado. O índice é superior ao verificado durante março do ano passado (94%), antes, portanto, de que a petista fosse suspensa temporariamente e posteriormente afastada em definitivo do cargo.
ACESSO à tecnologia informa, mas também facilita a manipulação dos usuários com a divulgação de boatos e informações falsas.Pesquisa divulgada pelo PewResearch Center mostra que, em média, 78% dos entrevistados dizem acreditar que o acesso à internet, celular e mídias sociais faz com que os usuários fiquem mais bem informados, ao mesmo tempo que 72% avaliam que isso também os deixam mais vulneráveis à manipulação por boatos ou conteúdos falsos que circulam na rede.
LEVANTAMENTO foi feito em 11 países emergentes, entre eles Venezuela, Colômbia e México –o Brasil não foi incluído– e reflete o quão complexa e contraditória é a relação entre as pessoas e as mídias digitais.Segundo a pesquisa em média 75% das pessoas dizem que as mídias digitais introduzem novas ideias em seu cotidiano, mas 68% afirmam ver regularmente conteúdo falso nelas.Além disso, 35% dizem confiar nas notícias sobre política que acessam nessas plataformas. Somente 10%, porém, afirmam que esse grau de confiabilidade é “muito alto”.
UMA das principais conclusões do levantamento é que as pessoas temem os riscos das redes e reconhecem seu potencial manipulador, mesmo que admitam que seu acesso oferece novas ideias e mais chance de engajamento político para a população comum –55% dos usuários se dizem dispostos a entrar no debate político, apesar de a maioria – 65% – se sentir mais confortável em fazer isso pessoalmente; 57% dizem que as mídias sociais dão voz no processo político a pessoas comuns, enquanto 65% veem riscos de que elas sejam manipuladas por atores políticos de seus próprios países.Os números mostram que 47% avaliam essas plataformas como mais informativas, 31% as consideram a mesma coisa que outras fontes e, para 21%, são menos informativas.
DE acordo com a pesquisa, 31% das pessoas acham que o conteúdo das mídias digitais é mais confiável que o de outras fontes, mas 30% avaliam que ele é mais tendencioso e 31%, mais odioso.Na Venezuela 87% dizem que o acesso à tecnologia garante mais informação, mas 63% também acham que essas plataformas contribuem para a manipulação dos usuários.
FRASE: É mais sábio acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão (Provérbio Chinês).

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