Colunista
GRANDE problema do Brasil é a classe política. A afirmação é do presidente Bolsonaro. Em discurso na Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), ele repetiu conceitos da carta que divulgou na sexta (17), acusando “corporações” de boicotar seu governo.”O Brasil é um país maravilhoso, que tem tudo para dar certo. Mas o grande problema é a nossa classe política”, disse ele, pedindo apoio do governador e do prefeito do Rio, Wilson Witzel (PSC) e Marcelo Crivella (PRB). “Nós temos que mudar isso”, completou.
NA sexta, Bolsonaro havia compartilhado texto que dizia que o Brasil é “ingovernável”, já que o Congresso está a serviço de corporações que se opõem a mudanças.”Cada vez que eu toco o dedo numa ferida, um exército de pessoas influentes vira contra mim”, afirmou, conclamando os presentes a pressionar seus parlamentares a votar propostas do governo. “Nós temos uma oportunidade ímpar de mudar o Brasil. Mas não vou ser eu sozinho -apesar de meu nome ser Messias- que vou conseguir.”
COMO se sabe, entidades populares vêm incentivando a convocação de apoiadores para manifestações no próximo domingo (26).Os protestos pedem a aprovação de decretos do governo, como a da reestruturação do Executivo e da reforma da Previdência.Em seu discurso, Bolsonaro afirmou que não há crise entre poderes e voltou a criticar a imprensa. “O que há é uma grande fofoca. E parece que lamentavelmente grande parte da nossa mídia se preocupa mais com isso do que com a realidade e o futuro do Brasil”, disse.Ele criticou, porém, o ritmo das votações no Congresso, dizendo que a convocação das manifestações de domingo foi mais ágil. 
PRESIDENTE Bolsonaro virá ao Paraná novamente nesta semana. Vem para a inauguração da Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu, localizada entre Capanema e Capitão Leônidas Marques, no Sudoeste do Paraná, na próxima quinta-feira (23/05). O evento terá início às 14h.
IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,58% na segunda prévia de maio deste ano. O resultado é inferior ao apurado na segunda prévia de abril (0,78%). Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador acumula taxa de inflação de 3,69% no ano e de 7,78% em 12 meses, informa a Agência Brasil.A inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 0,66% na segunda prévia de abril para 0,4% na segunda prévia de maio.O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, caiu de 0,89% para 0,72% no período. O Índice Nacional de Custo da Construção recuou de 0,39% na segunda prévia de abril para 0,06% na segunda prévia de maio.
EX-PRESIDENTE Lula, 73 anos, está apaixonado e vai casar assim que sair da prisão. A confissão de Lula foi feita ao ex-ministro Luiz Carlos Bresser Pereira na última quinta-feira (16) durante uma visita na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde o ex-presidente está preso desde abril do ano passado. Segundo o ex-ministro, a grande preocupação do petista no momento é com a defesa da soberania brasileira e sua maior demanda é “ter reconhecida sua inocência”. Logo após escrever sobre as apreensões do ex-presidente, Bresser falou sobre o novo amor.
BRESSER deu ao ex-presidente Lula o seu livro “A Construção Política do Brasil”, onde afirma que ele fez um belo governo, mas errou ao deixar o juro alto e o câmbio apreciado.O ex-ministro defendeu a liberdade de Lula e afirmou que a política brasileira precisa de “um líder sem ressentimentos” e que lute por um grande acordo nacional necessário para o país sair da crise.
NESTA terça (21) integrantes do Fórum das Entidades Sindicais voltam a se reunir com representantes do governo do Estado para discutir o reajuste salarial dos servidores públicos, que estão com os vencimentos congelados desde 2016. Na sexta-feira eles se encontraram novamente em reunião de negociação sobre a reposição. 
EXPECTATIVA é de que o Executivo finalmente apresente uma proposta oficial. Os sindicatos garantem que há condições financeiras para a reposição da inflação dos últimos 12 meses. O governo alega que o Estado já estaria próximo dos limites de gastos com pessoal da Lei de Responsabilidade Fiscal e que um aumento poderia ameaçar o acordo de renegociação da dívida do Paraná com a União. Na quarta-feira, os sindicatos farão assembleia para discutir a eventual proposta do governo e não descartam uma paralisação caso ela não seja satisfatória para a categoria. 
CORTE de verbas federais para o ensino superior será tema de discussão na Assembleia, nesta terça. O reitor da Universidade Federal do Paraná, Ricardo Marcelo Fonseca, falará em plenário em nome das quatro instituições – UFPR, UTFPR, IFPR e Unila. Ele deve pedir apoio dos deputados para que o governo federal suspenda o bloqueio de recursos. 
SEGUNDO os cálculos das universidades, os cortes podem ser superiores a R$ 120 milhões. Os cortes na UFPR podem chegar a R$ 48 milhões e, se forem feitos, a instituição afirma que a partir de julho as atividades e os serviços prestados na universidade serão afetados. De acordo com a UTFPR, o bloqueio deve tirar R$ 37 milhões do orçamento de custeio e investimento previsto para 2019. No caso da Unila, a redução pode ser de R$ 14,2 milhões no orçamento. O valor representa 41,27% dos R$ 34.543.625 do orçamento previsto para 2019. O IFPR diz que a decisão do MEC representa um impacto de R$ 20,8 milhões na instituição, ou 36% do orçamento, que é para investimento em capacitação, funcionamento e expansão.
FRASE: Não me subestime pelo fato de eu ser quieto. Eu sei mais do que digo, penso mais do que falo e observo mais do que você imagina (Popular).

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