Colunista
NEGOCIAÇÕES entre o governo do Estado e os servidores públicos estaduais sobre a data-base do reajuste salarial anual do funcionalismo não avançaram na nova reunião entre representantes do Executivo e dos sindicatos anteontem (21), no Palácio Iguaçu. Ao contrário do que esperava o Fórum das Entidades Sindicais o governo não apresentou os dados sobre a situação financeira do Estado. A Secretaria da Fazenda ficou de apresentar os números na próxima segunda-feira (27). Os servidores – que estão com os salários congelados desde 2016 cobram ao menos a reposição das perdas relativas à inflação dos últimos 12 meses, de 4,94%.
ECONOMISTA Cid Cordeiro apresentou dados durante a reunião que apontam a viabilidade da reposição da Data-Base. “Os dados tanto da receita tanto do aumento de gastos previstos para 2019 levam a concluir que dentro do limite fiscal, que é o grande ponto de discussão, há condições sim de pagar essa Data-Base de 2019, de 4,94% a partir de maio e também 1% em outubro e mais 1% no mês de dezembro”, disse Cordeiro.
EX-GOVERNADOR Beto Richa quer sair da jurisdição do juiz Fernando Bardelli Fischer, da 13.ª Vara Criminal de Curitiba. Ele alega suspeição do juiz, que teria vazado informações sigilosas para a imprensa sobre o processo em que Richa é um dos réus e diz respeito às investigações da Operação Rádio Patrulha. O juiz, segundo Richa, atua movido por “viés político e consequente quebra da imparcialidade para julgamento do feito”. 
NESTA próxima sexta-feira (24) o Impostômetro instalado na fachada da Associação Comercial do Paraná em Curitiba deverá registrar o total de R$ 1 trilhão em impostos. O montante que será arrecadado 11 dias antes do que em 2018 corresponde ao total de 63 impostos, taxas, multas e contribuições pagas pelos brasileiros desde o início do ano nos três níveis de governo: municipal, estadual e federal.
EM 2006, inclusive, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação realizou  estudo no qual identificou que os brasileiros trabalham, em média, 145 dias (o equivalente a quase cinco meses) apenas para pagar impostos. Atualizando o cálculo, hoje já seriam 153 dias de trabalho apenas para pagar tributos – neste ano, inclusive, será a primeira vez que a marca trilionária de arrecadação será alcançada em maio.
EM média 33% do que nós pagamos ao consumir qualquer coisa no mercado, na lanchonete, no restaurante ou no bar acaba sendo revertido em imposto. E é para chamar a atenção para questões como essa que empresários, liderados pela Confederação Nacional dos Jovens Empresários (Conaje), realizam no próximo sábado o Dia D do Feirão do Imposto. Na data, que será celebrada em 46 cidades do Paraná, produtos como combustíveis, cervejas, suco de laranja e pão francês serão vendidos sem impostos. A seleção dos produtos com imposto zero no ato da venda depende de parceria que os movimentos de jovens fazem com os varejistas de cada município.
PESQUISA do Ibope feita a pedido da ONG ambientalista WWF Brasil divulgada nesta quarta-feira (22) indica que 93% da população brasileira é contra a liberação da caça. Os dados foram apresentados durante o lançamento da campanha “Todos contra a caça e as armas“, da Frente Parlamentar Ambientalista na Câmara Federal. Informação do jornal O Globo.
COMÉRCIO em geral espera vender mais e o consumidor deve gastar menos no Dia dos Namorados de 2019. Esse é o principal resultado da pesquisa encomendada pela Associação Comercial do Paraná para a Datacenso. Segundo os dados levantados, 44% dos comerciantes esperam vender mais em 2019 do que em 2018. Do ano passado para 2017 a estimativa era vender a mesma coisa. Já o consumidor, que gastou em média R$ 167 pelo presente do ano passado, deve gastar R$ 142 neste ano. 
PRESENTE preferido é almoço ou jantar para 31% dos pesquisados, seguido de roupas (26%), perfumes e cosméticos, 19% e calçados, chocolates e joias, 13%. O local onde a data deve ser comemorada é o restaurante para 57% dos entrevistados; em casa, para 20% e barzinho, motel ou viajando para 11%. Em relação ao ânimo do consumidor, a pesquisa mostra que 41% dos entrevistados estão esperançosos; 35% preocupados e 24% estão desanimados.
EM mais um recuo, o presidente Bolsonaro altera o decreto que amplia o porte de armas. Segundo informações do Palácio do Planalto o governo recua, por exemplo, no “porte de arma de fuzis, carabinas, espingardas ou armas ao cidadão comum”. Reportagem do UOL diz que as modificações foram publicadas na edição desta quarta (22) do Diário Oficial da União e as alterações foram motivadas por “questionamentos feitos perante o Poder Judiciário, no âmbito do Poder Legislativo, e pela sociedade em geral”.
Segundo ainda a reportagem, o governo, porém, diz que as modificações não alteram a “essência” do decreto.
LEVANTAMENTO do Paraná Pesquisa encomendado pelo portal Diário do Poder e pela coluna Cláudio Humberto indica que a grande maioria dos brasileiros recusa as facilidades para a posse de armas, de acordo com as medidas recentes anunciadas pelo presidente Bolsonaro. A pesquisa mostra que 60,9% dos brasileiros não querem ter arma em casa. Apenas 36,7% dos entrevistados responderam afirmativamente. 
ENTRE as mulheres, o índice de rejeição às armas em casa é o maior da pesquisa: 70,6% não querem nem pensar no assunto. Os homens são os que mais admitem a posse de arma: 47,6% do total de entrevistados gostariam de ter uma. Também é significativa a rejeição à posse de armas entre os mais jovens: 66,9% dos brasileiros entre 16 e 24 anos disseram “não”. O Paraná Pesquisa entrevistou 2.452 brasileiros, com 16 anos ou mais, dos 26 estados e do Distrito Federal entre os dias 14 e 18 de maio.
FALTAM apenas nove dias para o fim da campanha de vacinação contra a gripe, mas apenas 63,4% do público-alvo se vacinou em todo o País – um total de 37,7 milhões de pessoas, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. Ainda restam 21,8 milhões de pessoas que precisam procurar a unidade de saúde mais próxima para se protegerem contra os tipos graves do vírus da influenza (A H1N1; A H3N2 e influenza B). A Campanha Nacional de Vacinação contra a influenza, que teve início no dia 10 de abril, continua até o fim da próxima semana, no dia 31 de maio.
NO Paraná, também segundo o boletim do Ministério, foram vacinados 2.240.517 pessoas, de um público-alvo estimado em 3.352.193 pessoas. Até o momento o índice do Paraná é de 66,8%. Entre a população prioritária, as puérperas registraram a maior cobertura vacinal, com 288,6 mil doses aplicadas, o que representa 81,9% deste público, seguido pelos idosos (72,2%), funcionários do sistema prisional (71,3%), indígenas (70,7%) e professores (65,7%). Os grupos que menos se vacinaram foram os profissionais das forças de segurança e salvamento (24%), população privada de liberdade (32,2%), pessoas com morbidades (54%), trabalhadores de saúde (60,9%), crianças (61,5%) e gestantes (63,2%).
FRASE: O poder não corrompe: revela (Elke Maravilha)

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