Colunista
REUNIÃO DA Confederação Nacional dos Municípios, em Brasília terça-feira (4) teve grande participação de prefeitos, para demonstrar o apoio do Movimento Municipalista à aprovação da PEC 6/2019, que unifica as eleições e promove a coincidência de mandatos. O evento teve a presença de parlamentares da bancada federal do Paraná. Uma enquete entre os prefeitos indicou que a maioria é favorável à unificação das eleições. O encontro de terça-feira reuniu mais de uma centena de prefeitos paranaenses. Todas as associações regionais de municípios do Estado estiveram representadas. Líderes do Movimento Municipalista e parlamentares da bancada federal do Paraná também participaram do evento. 
“REFORMA política é tão importante quanto à da previdência. Por isso, defendemos a unificação das eleições”, afirma Darlan Scalco, prefeito de Pérola e presidente da AMP. Segundo ele, no Paraná, há consenso, entre os líderes municipalistas de que precisa ser aprovada até setembro deste ano para entrar em vigor antes das próximas eleições, previstas para 2020. Para os parlamentares da bancada federal do Paraná, o momento é oportuno para discutir, analisar e votar matéria sobre a coincidência de mandatos. A avaliação é dos senadores Oriovisto Guimarães e Flávio Arns; e dos deputados Sérgio Souza; Nelsi Coguetto Maria, o Vermelho; Luísa Canziani; Aline Sleutjes; Luiz Goularte Alves, o Luizão Goulart; e do ex-deputado Luiz Carlos Hauly, segundo a Agência CNM de Notícias.
DESDE o início do ano ocorreram 43 mortes no Paraná em decorrência da gripe. O informe é do boletim da gripe divulgado quarta-feira (5) pela Secretaria Estadual da Saúde. O número é bem maior que o do mesmo período de 2018. O boletim divulgado no dia 6 de junho de 2018 mostrava que eram 18 as mortes por gripe até então. Os óbitos neste ano, portanto, aumentaram 138,8%. A maior parte das mortes foram causadas pelo H1N1 (38), seguido do H3 (4) e um caso do vírus B (linhagem Victória). No ano passado a maioria das mortes até o dia 6 de junho foram causadas pelo H3 (11 casos). O H1N1 foi responsável por seis ocorrências. Além desses casos a Secretaria de Saúde registrou 33 novos casos da gripe Influenza no Paraná. Desde o início do ano, o Estado já confirmou 146 casos. São quadros de gripe que se agravaram e foi necessária a internação do paciente.
VACINAÇÃO para os grupos prioritários da campanha nacional foi encerrada dia 31 de maio. A cobertura vacinal desses grupos ficou em 83,91% no Paraná. O saldo de vacinas, aberto à população em geral, era de cerca de 1 milhão de doses. Deste total, até quarta-feira (05) cerca de 376 mil doses haviam sido aplicadas em todo o Paraná, segundo dados preliminares. A vacinação com as doses restantes é ofertada para qualquer cidadão, independente da idade ou grupo até o fim dos estoques. 
LÍDER do governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual Hussein Bakri (PSD) e o deputado delegado Jacovós (PR) confrontaram-se na sessão de quarta durante a audiência pública de prestação de contas do Estado do primeiro quadrimestre de 2019, apresentada pelo secretário da Fazenda, Renê Garcia Júnior. Jacovós questionou por que o governo mantém uma comissão de negociação com os servidores públicos, se Garcia Jr deixou claro não haver condições do Estado pagar o reajuste para o funcionalismo. Bakri – que integra a comissão de negociação representando a liderança governista na Assembleia – não gostou, afirmando que no tempo certo o Executivo vai dar uma resposta aos servidores. 
MINISTÉRIO Público confirmou que vai investigar a falta de transparência na divulgação dos pagamentos feitos aos servidores nas estatais paranaenses, em resposta ao pedido do deputado Requião Filho (MDB). Em março, Requião Filho já havia questionado formalmente a Copel e suas subsidiárias, Cohapar, Sanepar, Compagás, e também os conselhos destas estatais. Segundo ele, nem todas foram respondidas e houve até quem informasse que não poderia divulgar os salários pagos, nem detalhes sobre o quadro de funcionários.
PARTE significativa dos deputados estaduais paranaenses considera que a gestão de Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) está praticando a “nova política” que prometeu aos eleitores durante a campanha de 2018. O levantamento foi feito pelo jornal Gazeta do Povo por meio de um questionário, aplicado aos parlamentares nos meses de abril e maio. Dos 54 deputados estaduais, 34 responderam às perguntas.
ENTRE os deputados que responderam à avaliação, posicionando-se sobre a questão: “O governo de Ratinho Junior está promovendo a “nova política” prometida nas eleições de 2018?” a maioria concordou completamente (18 deputados) ou em partes (6 parlamentares). Já 7 deputados disseram discordar, sendo três discordando parcialmente e quatro integralmente. Para os que concordam, até agora o governo tem promovido um bom diálogo com a Alep e implementando “medidas populares, mas sem ser populista”. “Estamos no início do mandato, posso avaliar a partir do que eu vi até agora. O governo tem atendido aos anseios da população. Espero não me arrepender dessa avaliação depois – até porque algumas nomeações estão feitas em caráter político”, pondera um parlamentar. 
PRESIDENTE Bolsonaro sancionou lei que altera o Código Eleitoral e tipifica o crime de denunciação caluniosa com finalidade eleitoral. O novo texto foi publicado no Diário Oficial da União quarta-feira (5). A lei prevê pena de prisão de dois a oito anos, além de multa para quem acusar falsamente um candidato a cargo político com o objetivo de afetar a sua candidatura. A pena aumenta caso o caluniador aja no anonimato ou com nome falso. A legislação eleitoral atual prevê detenção de até seis meses ou pagamento de multa para quem injuriar alguém na propaganda eleitoral. Bolsonaro vetou um trecho que previa as mesmas penas para quem “divulga ou propala” o ato ou fato falsamente atribuído ao caluniado. No entendimento do presidente, o dispositivo é inconstitucional e contrário ao interesse público. De autoria do deputado Félix Mendonça Júnior (PDT-BA), o projeto foi aprovado no Senado em abril deste ano. 
COM a publicação da Lei nº 13.8040/19 no Diário Oficial da União desta quinta-feira (6), sancionada pelo presidente Bolsonaro, está autorizada a internação involuntária de dependentes químicos, sem a necessidade de autorização judicial. Segundo o texto, a internação involuntária só poderá ser feita em unidades de saúde e hospitais gerais, enquanto a internação voluntária precisará do aval de um médico responsável e terá prazo máximo de 90 dias, tempo considerado necessário à desintoxicação. A família ou o responsável legal do dependente poderão solicitar a internação e caso não haja nenhum dos dois o pedido pode ser feito por um servidor da área da saúde, assistência social ou de órgãos integrantes do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad), exceto da segurança pública. 
PROJETO foi proposto pelo deputado Osmar Terra (MDB-RS), atual ministro da Cidadania. A lei foi sancionada após polêmicas envolvendo o governo federal e dados usados na criação de políticas antidrogas, a exemplo da censura do estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sobre drogas e a derrubada do site do Observatório Brasileiro de Políticas sobre Drogas (Obid).
FRASE: As pessoas estão começando a fazer uma distinção necessária entre o que é essencial e o que é fundamental (Mario Sergio Cortella).

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