Colunista
GESTÃO do governador Ratinho Júnior (PSD) completa sete meses com aprovação de 70,4% dos paranaenses, contra 24,4% que desaprovam. Outros 5,2% não souberam ou não quiseram opinar. De acordo com o instituto Paraná Pesquisas, 40,1% dos entrevistados consideram a administração Ratinho Jr “boa”, e 11,6% “ótima”. Outros 28,9% avaliam a gestão como “regular”. Por fim, 8,5% classificam o governo como “ruim”, e 8,4% como “péssimo”. Outros 2,6% disseram não saber ou não quiseram responder. O levantamento ouviu 2.114 eleitores paranaenses em 74 municípios do Estado entre os dias 16 e 20 de julho.
INSTITUTO também ouviu os eleitores paranaenses sobre o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Nesse caso, a gestão do presidente foi aprovada por 61,9%, contra 33,4% que a desaprovam, e 4,7% que não souberam opinar. De acordo com a pesquisa, 17% avaliam a administração Bolsonaro como “ótima”, 29,8% como “boa”, 26,9% como “regular”. Outros 10,2% a classificam como ruim; 14,7% como péssima e 1,4% não souberam ou não quiseram responder.
MAIORIA dos eleitores do Distrito Federal é favorável ao fim dos carros oficiais para autoridades e políticos. Segundo levantamento da Paraná Pesquisas a maioria – 68,2% dos entrevistados – declararam concordar com a extinção dos carros oficiais para autoridades dos três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário. Outros 25,6% disseram discordas da ideia e 6,2% não quiseram ou não souberam responder. 
LEVANTAMENTO da ONG Contas Abertas divulgado no ano passado apontou que a administração pública federal gastou R$ 1,6 bilhão em 2017 com carros oficiais e outros custos para viabilizar o transporte de servidores e autoridades. O valor incluiu pagamentos com veículos, combustíveis, manutenção, pedágios e outros.
TRIBUNAL de Contas julgou que foram irregulares os pagamentos por obras no Centro Estadual de Educação Profissional Professor Lysímaco Ferreira da Costa, localizado no município de Rio Negro, uma das escolas incluídas nas investigações da Operação Quadro Negro. Servidores da secretaria da Educação na gestão Beto Richa, além do empresário Eduardo Lopes de Souza, dono da construtora Valor, e seus empregados, terão de devolver aos cofres públicos R$ 2,7 milhões – importância relativa a pagamentos adiantados pela execução da obra. Até agora, julgados já 10 processos relativos à Quadro Negro, o TCE determinou a restituição de R$ 11,8 milhões.
PRESIDENTE Bolsonaro aproveitou a transmissão ao vivo quinta-feira (1º) para reclamar da Justiça. “…Se mete em tudo, pô!”, disse ele. Decisões tomadas pelo governo acabam sendo derrubadas por juízes, citando o caso dos radares de fiscalização rodoviária. Bolsonaro mandou acabar com eles porque só servem para a indústria da multa e não para reduzir acidentes nas estradas – mas decisões judiciais reverteram a intenção e determinaram a manutenção dos atuais radares e a instalação de outros. Sobre a mesa do ministro da Infraestrutura, informou o presidente, há oito mil pedidos para instalação dos equipamentos, que vão custar para o governo R$ 1 bilhão – mas “é você que vai pagar!”, exclamou. Lembrou também que, no início do governo, extinguiu 25 mil cargos comissionados e funções gratificadas, mas agora a justiça determinou a recriação das vagas.
APÓS pedir à Polícia Federal mensagens hackeadas de autoridades, ministros do STF articulam a saída do procurador da República Deltan Dallagnol do comando da força-tarefa Lava Jato, em Curitiba. De acordo com reportagem do jornal Folha de S.Paulo publicada nesta sexta-feira (2), nos bastidores os magistrados perseguem caminhos para que isso ocorra. Para observadores, não é de hoje que ministros do STF, a maioria nomeados pelo lulopetismo (Lula e Dilma) querem desmanchar a Lava Jato.
MERCADO automotivo ignorou as oscilações da economia brasileira e fechou julho em alta. As vendas de veículos cresceram 9% em relação a junho e 12% sobre o mesmo mês de 2018. Foram registrados 243.640 automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões. Com os dados divulgados pela Fenabrave, a entidade dos concessionários, julho foi o segundo melhor mês do ano, superado apenas por maio com 245.466 emplacamentos. O resultado acumulado de janeiro a julho foi 12,1% maior com 1.551.781 veículos. Os veículos mais vendidos foram: 1º – Chevrolet Onix; 2º – Hyundai HB20; 3º – Ford Ka; 4º – Chevrolet Prisma; 5º – Renault Kwid.
DADOS do Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, indicam que entre 2001 e 2017 (último ano com dados disponíveis) foram registrados 23.992 óbitos de ciclistas em todo o país. E o Paraná aparece com destaque (negativo) no levantamento: é o segundo estado com mais mortes na federação (2.618, o equivalente a 10,9% do total), atrás apenas de São Paulo (4.013) e consideravelmente à frente do 3º colocado, Minas Gerais (2.204). Em seguida aparecem Santa Catarina (1.905) e Rio de Janeiro (1.754). Nos últimos anos o alento aos ciclistas vinha sendo a redução no número de óbitos. Em 2017, por exemplo, foram 98 mortes no estado, menor número para o Paraná no século presente. 
ESTUDO divulgado pela Organização Mundial da Saúde concluiu que é preciso investimento de US$ 6 bilhões por ano para evitar 4,5 milhões de mortes causadas em todos os países pela hepatite até o 2030. A medida foi proposta em razão do Dia Mundial de Combate à Hepatite, data lembrada dia 28.
EMBORA quase metade dos brasileiros (44%) tenha começado o ano de 2019 com expectativas positivas em relação à economia do país para o 1º semestre, o desenrolar dos fatos só manteve o otimismo de 13%, que avaliaram o período como acima do esperado. Enquanto isso, 49% consideraram o desempenho pior quanto à perspectiva inicial. A sensação de decepção pode ter origem no impacto gerado pela situação macroeconômica do país nas finanças pessoais do brasileiro. 
SEGUNDO levantamento realizado nas 27 capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), três em cada 10 consumidores (30%) sentiram uma piora em sua situação financeira no 1º semestre do ano – em grande parte motivados pela alta dos preços (54%) e pela diminuição da renda familiar (38%). Isso explica por que sete em cada 10 consumidores (69%) tiveram de realizar cortes no orçamento no 1º semestre de 2019, enquanto 53% acabaram recorrendo a bicos e trabalhos adicionais para complementar a renda. 
OUTRAS situações comuns vivenciadas foram o desemprego (do próprio ou de alguém da família), com 46% de citações, passar vários meses no vermelho (45%) e ter o CPF negativado por não pagar alguma conta (34%). Há ainda 33% que recorreram a um empréstimo para organizar o orçamento e 27% que chegaram ao ponto de ter que vender bens para conseguir dinheiro. O aperto no orçamento obrigou brasileiros a diminuir, principalmente, as saídas e apostar mais em programas caseiros. Os itens mais cortados do orçamento foram: 56% cortaram refeições fora de casa; 54% diminuíram as idas a bares e casas noturnas; 51% deixaram de comprar roupas, calçados e acessórios; 50% restringiram as viagens; 50% reduziram as idas ao cinema e ao teatro.
FRASE: Existe uma permissividade passiva, fruto de uma administração provinciana (Túlio [Tulhera] Gonçalves).

Deixe comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos necessários são marcados com *.