Colunista
COM dois votos de diferença (49 a 47) o industrial Carlos Walter Martins Pedro foi eleito presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) para os próximos quatro anos. Liderando a chapa “Foco na Indústria, Fiep para os Sindicatos”, ele venceu a chapa “Sindicato Forte, Fiep Maior”, do também industrial José Eugenio Souza de Bueno Gizzi. Ambos são vice-presidentes na atual diretoria da Fiep. No comando da entidade, Martins Pedro substituirá Edson Campagnolo, que preside a Federação desde 2011. O mandato da nova gestão começa oficialmente em 1º de outubro. Dos 99 sindicatos filiados à Fiep, 96 foram considerados habilitados a votar, de acordo com os critérios estabelecidos pelo Regulamento Eleitoral da entidade, e todos compareceram para registrar seus votos. 
NATURAL de Maringá, Carlos Walter Martins Pedro é sócio-administrador e fundador da ZM Bombas. A empresa, com mais de 30 anos de atuação, é especializada na produção de bombas hidráulicas, hidrolavadoras de pressão e sistemas eólicos para bombeamento e energia. Atua em todo o mercado nacional, América do Sul e Central e África do Sul. É presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Maringá (Sindimetal Maringá), do qual foi fundador, e é conselheiro de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Foi presidente do Conselho Regional do Senai no Paraná. Também é vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Maringá (ACIM). Preside a Fundação Tecnópolis de Maringá e o Conselho Gestor da Incubadora Tecnológica de Maringá. É vice-presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem) e integra o Conselho Temático do Setor Metalmecânico do Paraná (G19).
JUSTIÇA Federal do Paraná acolheu pedido da força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná e determinou o bloqueio de bens e ativos financeiros no valor de até R$ 20 milhões do ex-governador Beto Richa (PSDB). Outras seis pessoas investigadas na Operação Piloto, que apura suspeitas de fraude em uma licitação para a duplicação da PR-323 no Noroeste do Estado também tiveram parte de seus bens bloqueados: o irmão do ex-governador e ex-secretário de Estado da Infraestrutura, José ´Pepe´ Richa Filho; o primo do tucano, Luiz Abi Antoun; o contador da família, Dirceu Pupo; Rafael Gluck e José Maria Ribas Mueller. Richa também é réu em outros dois processos pelo crime de lavagem de dinheiro proveniente de propinas do pedágio e de outros esquemas de corrupção em seu governo.
“NA Itália a Operação Mãos Limpas acabou quando a pauta contra supostos abusos da Justiça substituiu a pauta anticorrupção sem que esta fosse aprovada. Várias leis passaram para garantir impunidade a poderosos. A Itália segue com maiores índices de corrupção da União Europeia”, disse o coordenador da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dellagnol.
DE Deltan Dalagnoll: Os descontentes com o combate à ladroagem aproveitam o estardalhaço feito pelo Intercept para tentar desmoralizar Sergio Moro e a força-tarefa da Lava Jato.
PRESIDENTE Bolsonaro (PSL) criticou a polêmica que se criou sobre a avó da primeira-dama Michelle Bolsonaro, a idosa Maria Aparecida Firmo Ferrera, de 78 anos, internada por dois dias em uma maca no corredor do Hospital de Ceilândia, na periferia de Brasília. “O meu pai dizia lá trás: ‘Parente bom é parente longe’”, comentou o presidente, irritado com a repercussão do caso.
“Como é que pode uma senhora que trata de deficientes abandonar a vovozinha querida, né!?” Bolsonaro também argumentou que o SUS deve atender a todos, sem privilégios. “O SUS é para todos. Não vai ter um SUS pessoal para o Bolsonaro, presidente”, disse. 
NO entanto, meia hora depois da reportagem do jornal Folha de S. Paulo ter procurado o governador do Distrito Federal, a idosa foi transferida para uma unidade com mais estrutura, o Hospital de Base. O presidente comentou a relação dele com a avó da primeira-dama, dizendo que teve contato com a idosa apenas “uma vez na vida”. Acrescentou dizendo que a avó de Michelle “tem vida pessoal, é bastante idosa. Pessoa completamente livre. Não sei o relacionamento dela com seus oito filhos, não sei, está certo!? E isso é família, né”. Em seguida, o presidente reproduziu a fala do pai, de que “parente bom é parente longe”, e acrescentou: “Cunhado, para que serve cunhado? Para buscar cerveja na geladeira, mais nada”.
DEPUTADA Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, criticou os vazamentos da delação premiada de Antônio Palocci e reafirmou que o ex-ministro faz acusações sem provas. Mais cedo, terça-feira (14), a revista Veja revelou novos trechos do acordo, nos quais o político sustenta que o partido recebeu doações em troca de favores. Na delação assinada com a Polícia Federal, Palocci teria afirmado que o PT recebeu R$ 270,5 milhões, entre 2002 e 2014, para financiar campanhas eleitorais. O ex-petista associa cada doação a um benefício concedido para as empresas doadoras. Segundo Palocci, parte dos valores foi declarado à Justiça Eleitoral, e parte foi recebida por meio de Caixa 2. “Palocci continua na mentira. Fala sem provas, indícios”, rebateu Gleisi por meio de uma publicação no twitter. Ela ainda fez críticas à imprensa e aos investigadores.
TRIBUNAL de Contas do Estado inicia investigação para verificar a qualidade da pavimentação. A fiscalização tem o objetivo de verificar, através da extração de amostras do asfalto que serão posteriormente analisadas em laboratório, se os atributos presentes na obra finalizada correspondem ao previsto no projeto inicial e nos contratos. 
MINISTRO do STF, Edson Fachin, votou terça (13) por receber denúncia apresentada em 2018 pela Procuradoria-Geral da República contra o ministro do Tribunal de Contas da União, Aroldo Cedraz, e seu filho, o advogado Tiago Cedraz, pelo crime de tráfico de influência. No mesmo voto, Fachin, que é relator do caso, se posicionou a favor do pedido da PGR para afastar o ministro do cargo. Faltam os votos dos ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello, Ricardo Lewandowski e da presidente do colegiado, ministra Cármen Lúcia, que devem votar terça-feira (20). Aroldo Cedraz, seu filho e mais dois investigados são acusados de receberem vantagens da empreiteira UTC para influenciar o julgamento de processos referentes à construção da Usina Nuclear de Angra 3 que estavam em andamento no TCU.
POBREZA extrema no Brasil aumentou e já atinge 13,2 milhões de pessoas, de acordo com dados do Cadastro Único do Ministério da Cidadania. Nos últimos sete anos mais de 500 mil pessoas entraram em situação de miséria. O Nordeste tem o pior cenário, sendo que as maiores taxas a cada 100 mil habitantes são do Piauí (14,087), Maranhão (13,861) e Paraíba (13,106). De junho de 2018 a junho de 2019, Roraima e Rio de Janeiro tiveram o maior aumento da extrema pobreza, com incrementos de 10,5% e de 10,4%, respectivamente. 
NO Distrito Federal o total de famílias inscritas no Cadastro Único até junho de 2019 era de 158.280, entre as quais 71.091 com renda familiar per capita de até R$ 89,00 por mês. Segundo o IBGE, entre 2016 e 2017 a pobreza no Brasil passou de 25,7% para 26,5% da população. O número dos extremamente pobres, aqueles que vivem com menos de R$ 140 mensais, saltou, no período, de 6,6% para 7,4% dos brasileiros (Informações do jornal Correio Braziliense).
FRASE: Se os fatos não se adequam à teoria, mude os fatos (ALBERT EINSTEIN) 

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