Colunista
LIDERANÇAS políticas e empresariais de Paranavaí ligadas ao governador Ratinho Júnior têm intensa movimentação em favor do desenvolvimento de Paranavaí e região nos próximos dias. As informações são das lideranças da Sociedade Civil Organizada de Paranavaí, através dos empresários Demerval Silvestre e Ivo Pierin Jr e do ex-prefeito Rogério Lorenzetti.
NESTA segunda-feira às 14h haverá audiência com o governador, confirmada pelo Palácio Iguaçu ao ex-prefeito Rogério Lorenzetti. Assuntos: duplicação da BR-376 de Paranavaí até o Mato grosso do Sul, isenção de ICMS para instalação de usinas de energia fotovoltaica, equipamentos para a Unidade II da Santa Casa no Jardim Morumbi e criação do curso de Medicina.
TAMBÉM na audiência o governador Ratinho Júnior deverá confirmar sua visita a Paranavaí no próximo dia 12 de setembro (uma quinta-feira). Segundo informação de Lorenzetti e das lideranças da Sociedade Civil Organizada, o governador virá lançar o Programa de Irrigação para as Lavouras do Paraná. 
SENADORES do Paraná – Alvaro Dias (Pode), Flávio Arns (Rede) e Oriovisto Guimarães (Pode) – assinaram manifesto defendendo que o presidente Bolsonaro (PSL) vete integralmente a lei que define o crime de abuso de autoridade, aprovado pela Câmara Federal na semana passada. Os parlamentares se alinham a integrantes do Ministério Público, forças policiais e juízes, para quem a lei seria uma reação da classe política às operações de combate à corrupção, como a Lava Jato. Já os defensores da medida, que incluem a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), afirmam que a lei apenas impõe limites à atuação das autoridades, coibindo abusos e garantindo ao cidadão a proteção contra arbitrariedades de agentes públicos.
CÂMARA Federal aprovou a flexibilização da posse estendida de armas de fogo em propriedades rurais por 320 votos a 61. A medida, que vai à sanção do presidente Jair Bolsonaro, permite ao proprietário ou gerente de uma fazenda andar armado em toda a área da propriedade e não apenas na sede. 
TERMINARAM com rejeição em massa as assembleias dos empregados da PETROBRAS por todo o País para votar a contraproposta da estatal referente ao Acordo Coletivo de Trabalho pelo dissídio coletivo da categoria, que vence em setembro. Há especulações sobre um possível enxugamento para a privatização da petroleira.
APESAR da forte rejeição do Congresso Nacional, o ministro da Economia, Paulo Guedes, está dando apoio público à criação de um imposto federal sobre transações financeiras – parecido com a antiga CPMF – como forma de compensar a redução nos impostos cobrados das empresas sobre a folha de pagamentos, medida que faz parte da proposta de reforma tributária que vai enviar ao Congresso. O jornal O Estado de S. Paulo informa que a Contribuição Social sobre Transações e Pagamentos, como foi batizado o novo imposto, deverá ter uma alíquota de 0,22%. Atualmente a contribuição previdenciária sobre a folha de pagamentos é de 20%. Pelos cálculos da área econômica, a alíquota sobre a folha de pagamento cairia para um patamar entre 11% e 12%.  A proposta é ir subindo com a desoneração em escadinha até desonerar 100% da folha.  O objetivo do governo é que a medida estimule a geração de empregos formais com a diminuição dos encargos sobre a folha.
FORÇA-TAREFA da Lava Jato divulgou, nesta semana, um levantamento dos números ao longo dos cinco anos de operação no Paraná. Foram oferecidas 101 denúncias contra 445 pessoas e a condenação de 159 réus a um total de 2.249 anos, 4 meses e 25 dias de pena até julho de 2019. As informações são do UOL.
PSDB, DEM e PSD podem se fundir num só partido. É o que informa reportagem do UOL, que conta que as direções nacionais dos três partidos já começaram a discutir a fusão visando as eleições de 2022. As conversas sobre a fusão, segundo o UOL, começaram nos últimos meses e ainda estão incipientes — não se discutiu qual seria o nome do novo partido, por exemplo — e por isso participantes do movimento avaliam que ele não será concretizado a tempo das eleições municipais do ano que vem.
MINISTRO da Justiça, Sergio Moro, deve aguentar calado derrotas e desautorizações públicas a que vem sendo submetido pelo presidente Jair Bolsonaro. O chefe do Executivo terá que assumir o desgaste de demitir o ministro mais popular da Esplanada se quiser ver Moro fora do governo e, claro, explicar os motivos da demissão. Quem diz isso são pessoas que convivem com o ministro, segundo o jornal O Globo. Na quinta-feira, mesmo depois das declarações de Bolsonaro sobre a possibilidade de trocar o diretor-geral da Polícia Federal  Maurício Valeixo, Moro manteve a agenda sem qualquer alteração. Participou de duas solenidades e várias reuniões com auxiliares e com parlamentares. Reservado, o ministro não explicitou críticas ou queixas.
STF adiou para quarta-feira (28) a decisão final sobre a redução de salários e a jornada de trabalho de servidores públicos quando os gastos com pessoal ultrapassarem o teto de 60%, percentual estabelecido pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal). As informações são do Poder 360. A maioria dos ministros do votou contra a proposta quinta-feira (22). O placar estava em 6 a 4 quando o presidente do STF, Dias Toffoli, suspendeu o julgamento por conta da ausência do ministro Celso de Mello, internado na quarta-feira por risco de pneumonia. 
VOTARAM contra a possibilidade de diminuição de salários os ministros Edson Fachin, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Luiz Fux e Marco Aurélio. Foram a favor: Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. A medida é vista pelos governadores e prefeitos como uma forma de resolver, temporariamente, a crise fiscal dos Estados e municípios.
HÁ alguns dias o presidente Bolsonaro disse que o governo está sem dinheiro. Um grupo de 13 ministérios e órgãos do governo federal deve entrar entre agosto e setembro num quadro de “apagão” pela penúria de recursos. Outros nove ministérios estão em situação apertada e começarão a ter que “desligar” serviços e programas por falta de dinheiro entre outubro e novembro, mostra levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo com base no que foi autorizado em gastos do orçamento de cada órgão.
SEGUNDO o jornal há risco de desligamento também de serviços da Receita e atrasos maiores no Minha Casa, Minha Vida. Na faixa 1 (para famílias com renda de até R$ 1,8 mil) do programa habitacional, o atraso dos pagamentos subiu para 70 dias. O nível de comprometimento de despesas na Antaq já chega a 99,9%. Ou seja, a agência terá dificuldade para contratar novos gastos.
PROBLEMA para o governo é o tamanho do bloqueio, que já chega a R$ 34 bilhões. Ele pode aumentar em setembro porque o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) não tem reagido, o que tem obrigado o governo a fazer seguidas reduções da previsão de receitas.
FRASE: Um grande estado não pode ser governado com base nas opiniões de um partido (Otto von Bismarck).

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