Cotidiano
Por Vinícius Lisboa 
RIO DE JANEIRO – O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse ontem que o seu compromisso é buscar maneiras de “transformar nosso país no que é Israel hoje em dia”, durante almoço com lideranças evangélicas, no Rio de Janeiro. 
Também estavam presentes o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, e o governador do Rio, Wilson Witzel.
“Meu compromisso, do Witzel, o nosso compromisso, dos meus ministros, das pessoas de bem, dos evangélicos, é buscar maneiras de transformar nosso país no que é Israel hoje em dia”, disse Bolsonaro, que lembrou que o país se desenvolveu mesmo com carência de riquezas minerais, de água, de biodiversidade e de terras férteis.
Em seguida, o presidente da República acrescentou que: “Olha o que nós temos. Temos tudo. E olha o que não somos. E o que nos falta? Falta fé. Nos falta gente que sirva de exemplo para os demais, que não meçam sacrifício na sua área de trabalho para demostrar que conselho é bem-vindo, mas o exemplo arrasta”.
PAZ E HARMONIA – Bolsonaro mencionou o jantar de anteontem, em Brasília, com 37 embaixadores de países árabes, no qual defendeu o fortalecimento das relações comerciais, da paz e harmonia. “Senti que existe, sim, um carinho muito grande de todos no mundo pelo Brasil. O Brasil tem gente de todo o mundo.”
O presidente também se solidarizou com os moradores do Rio pelos temporais que atingiram a cidade nesta semana, causando mortes e danos bens públicos e privados.
“Quero me solidarizar com o povo do Rio de Janeiro na pessoa do governador Witzel e o prefeito Crivella por essa tragédia que se abateu sobre todos nós e que Deus conforte os familiares das vítimas”, disse o presidente.
INTERNACIONAL – Bolsonaro lembrou sua viagem por Israel antes da eleição presidencial, lembrando que estava nos Estados Unidos, quando o presidente norte-americano, Donald Trump, transferiu a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém e reconheceu-a como a capital de Israel. O presidente disse que esse também passou a ser um de seus compromissos.
“Quem decide onde é a capital ou não de Israel é o seu povo, seu governo e seus parlamentares. Assumimos aquele compromisso e obviamente queremos cumprir esse compromisso. Como um bom casamento, temos que namorar, ficar noivo”, ressaltou.

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