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GOVERNO do Estado encaminhou anteontem à Assembleia Legislativa três projetos que tratam da nova fase da reforma administrativa, com foco na junção e reestruturação das autarquias. As principais mudanças envolvem a área de agricultura, com a fusão do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), do Centro de Referência em Agroecologia (CPRA) e do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) num único órgão, que passa a se chamar Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, e a liquidação da sociedade de economia mista Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná (Codapar). A estimativa do Executivo é de uma economia de R$ 16 milhões anuais com a redução de cargos e de estrutura. 
Outras duas propostas fazem modificações na finalidade e estrutura organizacional do Serviço Social Autônomo Paraná Projetos e do Simepar, que passa a ser vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo e recebe o nome de Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná. Na primeira fase da reforma, aprovada pela Assembleia no primeiro semestre, foi reduzido o número de secretarias de 28 para 15, o que, segundo o governo, eliminou 339 cargos e teria gerado uma economia de R$ 10,6 milhões anuais. 
SEGUNDO o governo, outros projetos de lei serão encaminhados ainda este ano para análise dos deputados para complementar o enxugamento e fusão de órgãos da administração indireta. De acordo com o Executivo, a terceira e última etapa da reforma administrativa vai tratar da economia com estruturas e despesas dela decorrentes e de contratos. Somadas, as três etapas poderão poupar até R$ 160 milhões em quatro anos aos cofres públicos, segundo o governo.
EM entrevista concedida após receber o título de Cidadã Benemérita do Paraná, segunda-feira na Alep em Curitiba, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, disse que vai recorrer contra a decisão da Justiça do Rio de Janeiro, que suspendeu decreto do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que determinou a extinção dos cargos e a demissão de 11  peritos que atuavam no Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura. Damares classificou a decisão do juiz Osair de Oliveira Júnior, da 6ª Vara Federal do RJ, de “grande equívoco”, e defendeu que os estados assumam a responsabilidade pelo combate à tortura policial.
PRESIDENTE Bolsonaro afirmou que pretende acabar com os radares móveis nas estradas brasileiras. A declaração ocorreu em uma cerimônia de liberação de um trecho de duplicação da BR-116 na cidade de Pelotas-RS. “A partir da semana que vem, não teremos mais essa covardia de radares móveis no Brasil”, disse ele.
CONTRA-ALMIRANTE da Marinha Paulo Roberto da Silva Xavier é o novo diretor administrativo da Itaipu. Ele substitui João Pereira, que ocupou o cargo por um ano e meio. A nomeação foi publicada em Diário Oficial da União de anteontem. Com essa última nomeação – são seis diretores de cada margem da Itaipu – a diretoria da usina, no Brasil, está totalmente renovada desde 21 de fevereiro, com uma equipe completa formada pelo presidente Jair Bolsonaro.
EM Assunção o deputado federal Ricardo Barros defendeu a construção da ferrovia ligando os portos de Paranaguá e de Antofagasta, no Chile. Barros participou do 1º Seminário de Integração de Infraestrutura Ferroviário da América do Sul realizado na capital paraguaia segunda-feira. A nova ponte que está sendo construída em Foz do Iguaçu vai permitir a ligação com o sul do Paraguai e também Argentina. “Do ponto de vista logístico acredito que é a melhor opção para todos os países”, disse Barros. 
DOIS estudos estão bem avançados: um é a ligação ferroviária com a integração da Ferroeste cortando o Paraguai através do Sul do país e outro ramal por Porto Murtinho, no Mato Grosso do Sul, fazendo a ligação pelo Oceano Pacífico pelo norte do Paraguai. O ministro de Obras Públicas do Paraguai, Arnoldo Wiens, salientou que “todos os estudos já foram feitos. Nos últimos 15 anos discutimos muito o tema, não há mais nada o que discutir, temos que agir”.
PROCURADORA-GERAL da República, Raquel Dodge, poucos dias de terminar seu mandato, prorrogou por mais um ano a atuação da força-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a portaria que oficializa a medida seria publicada nesta terça-feira e, em seguida, terá de ser aprovada pelo Conselho Superior do Ministério Público Federal. Esta será a quinta prorrogação da força-tarefa desde que foi criada, em 2014. Havia especulações de que Dodge poderia encerrar as atividades do grupo, ante o vazamento de conversas que sugerem condutas irregulares e atuação política de procuradores, afirma o jornal.
CONSELHO Nacional do Ministério Público rejeitou na manhã desta terça-feira (13) um recurso do procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, contra a abertura de um processo disciplinar pelo conselho. O processo foi aberto em abril pelo CNMP, após pedido do presidente do STF, Dias Toffoli. Esse caso se refere à entrevista à Rádio CBN na qual Deltan afirmou que alguns ministros do STF “mandam uma mensagem muito forte de leniência a favor da corrupção”. O recurso de Deltan, que foi rejeitado, questionava a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar pelo CNMP para apurar o caso. Com a decisão, o processo continua tramitando no conselho.
FOI sepultada nesta terça (13) no Cemitério Municipal São Francisco de Paula em Curitiba o corpo de dona Maria de Lourdes de Araújo Canet, viúva do ex-governador Jayme Canet Jr. (1975-1979), falecido em agosto de 2016 aos 91 anos. Lourdes, 92 anos, morreu na noite de segunda-feira (12). Notabilizou-se pela discrição e simplicidade com que atuou ao lado do marido como primeira-dama. O casal teve três filhos: Jayme Canet Neto, Maria Cristina e Ana Cristina, oito netos e 13 bisnetos.
 
EM entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o presidente da Câmara Federal se mostrou preocupado com comentários recentes feitos por Bolsonaro sobre o meio ambiente. Rodrigo Maia (DEM-RJ) disse que a “retórica de enfrentamento” do presidente Bolsonaro com países como Alemanha e França pode ter impacto na atração de investimentos para o Brasil. “O presidente precisa entender que, quando ele era um deputado, o que ele falava tinha pouco impacto. Agora, tem muito. É a primeira vez que ele chega a uma posição de destaque, a maior de todas. Tudo o que ele falar pode ser uma construção contra o governo”, afirmou Maia.
ACORDO de leniência firmado pela força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná segunda-feira (12) com a Ecorodovias S.A., controladora das concessionárias de pedágio Ecovia e Ecocataratas, que operam no Paraná os trechos da BR-277 entre Curitiba e Paranaguá e Guarapuava e Foz do Iguaçu, prevê a redução de 30% no valor das tarifas de pedágio nas praças. No total, seis praças de pedágio devem ter os valores das tarifas reduzidos em 30%. 
DO total de R$ 400 milhões previstos como ressarcimento por danos causados por corrupção, segundo o MPF, R$ 30 milhões serão pagos como multa prevista na Lei de Improbidade Administrativa. Os R$ 370 milhões restantes serão pagos a título de reparação de danos, dos quais R$ 220 milhões serão utilizados para reduzir em 30% a tarifa de todas as praças de pedágio operadas pela Ecorodovias.
ACORDO prevê que a empresa colaboradora pagará, a título de reparação de danos, valores destinados a reduzir a tarifa de pedágio e a realizar obras rodoviárias no interesse direto dos usuários da via. O termo de leniência ainda será submetido à homologação do juízo da 1ª Vara Federal de Curitiba e à Câmara de Combate à Corrupção do MPF.
FRASE: Estilo é algo que não se compra: ou você tem ou não tem (Autor desconhecido).

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