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Atualmente, a escola tem cerca de 900 alunos matriculados nos três turnos: ensinos fundamental, médio e profissionalizante

Foram exatos 66 anos de espera, mas a tão sonhada reforma do Colégio Estadual de Paranavaí será realizada. A cerimônia de formalização contou com a assinatura da ordem de serviço para o início das obras, que está programado para o dia 1º de março, o custo total é de R$ 2,5 milhões. Os recursos foram viabilizados com o apoio do deputado Tião Medeiros, junto ao Governo do Estado.

O prédio foi fundado em 1955 e inaugurado somente 10 anos depois, sem nunca passar por uma reforma completa. Ao longo dos anos, apenas reparos foram feitos. No total, são 2 mil e quinhentos metros quadrados de área construída, o maior, em área construída, da região. Atualmente, tem cerca de 900 alunos matriculados nos três turnos: ensinos fundamental, médio e profissionalizante.

A pista de atletismo, que também passará por reformas, teve a sua inauguração em 1975.

Emerson Pereira Branco, chefe do Núcleo Regional de Educação de Paranavaí, destaca que a obra é considerada um marco para a educação. “Estamos muito felizes em receber um recurso dessa magnitude, o maior já registrado na Região.”

Daniel Buniotti, diretor do Colégio Estadual de Paranavaí, destaca a importância da instituição de ensino: “Um prédio central, que tem uma história tão rica, essas paredes testemunharam a formação de dezenas de milhares de alunos e cidadãos que avançaram e obtiveram sucesso na vida profissional e pessoal através da educação e do esporte”. Segundo Buniotti, a reforma proporcionará um ambiente agradável, novo e organizado, que influenciará diretamente na melhoria de ensino e aprendizagem.

Tião Medeiros fala sobre “o compromisso com a educação, em ter boas estruturas com condições adequadas, para que possamos ter qualidade no ensino. isso é bom para o aluno, professor, o colaborador, enfim, para toda a comunidade escolar, num ambiente saudável”.

O prefeito de Paranavaí, Carlos Henrique Rossato Gomes (KIQ), fala de sua felicidade, e conta que apesar de não ter estudado no Colégio Estadual, utilizou muito a pista de atletismo durante a preparação para o teste físico para se tornar policial. “Fazia as tomadas de tempo na preparação para ser delegado. Precisei muito desta pista.”

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