Destaque

Em reunião movimentada, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) decidiu arquivar o processo contra o vereador Pó Royal. Relatório da comissão recebeu apoio da maioria dos legisladores.

O parecer obteve votos de Amarildo Costa (PSL), José Galvão (PL), Professora Cida Gonçalves (PDT), Josival Moreira (PT) e Valmir Trossini (PSB). A denúncia apurava se o vereador Pó Royal (Roberto Cauneto Picorelli – PP), tinha ciência de que seu ex-assessor, Sérgio dos Santos, acumulava cargos públicos, o que caracterizaria falta de decoro parlamentar, podendo levar a sanções, sendo a cassação a mais severa. Com o resultado, a denúncia foi arquivada.

Não votaram nesta investigação Leônidas Fávero Neto, o denunciante; Pó Royal, o denunciado; e Luiz Paulo da Ki-Pé, no ato de votação ocupando a presidência da Casa. Os votos contrários ao arquivamento foram dos vereadores Mancha da Saúde (PSB) e Fernanda Zanata (PSL).

Segundo a Comissão Parlamentar de Inquérito, em nenhum momento ficou caracterizado que o vereador Pó Royal tinha conhecimento de que seu ex-assessor atuava como professor na Universidade Federal de Dourados, no Mato Grosso do Sul, já que o referido afirmava ser professor aposentado da instituição de ensino.

Mesmo respeitando a decisão dos colegas que optaram pelo arquivamento do processo, Leônidas Fávero Neto se disse decepcionado com a atitude tomada pela comissão. No seu entendimento, os integrantes da CPI deveriam ouvir as testemunhas, o denunciante e o denunciado para depois tomar uma decisão.

Para Leônidas, havia indícios e provas contundentes de que o vereador Pó Royal sabia da situação trabalhista de Santos, configurando falta de decoro parlamentar.

Deixe comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos necessários são marcados com *.