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A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) define as regras para as relações entre patrões e empregados. No caso do comércio, aponta o índice de reajuste salarial e os dias e horários de funcionamento das lojas, entre outros itens. Em Paranavaí, as negociações entre os sindicatos que representam as duas categorias estão emperradas, o que significa que o acordo coletivo ainda não foi homologado.

Trabalhadores são contra jornada de trabalho em domingos e feriados

As lideranças sindicais divergem quanto à reposição salarial. A representante dos empregados, Leila Vanda Aguiar, reivindica 2,05%, o que representaria acréscimo de R$ 28,79. O presidente da entidade que responde pelos empresários, Edivaldo Cavalcante, argumenta que, em razão da crise, não é possível onerar a folha de pagamento, por isso, não quer conceder reajuste.

As categorias também não concordam com o calendário comercial. Para a classe patronal, é importante que haja jornada de trabalho em alguns domingos do ano e em determinados feriados. Os empregados rechaçam a ideia. Inclusive têm se mobilizado para protestar.

No último sábado (29 de agosto), os trabalhadores fizeram uma carreata na área central da cidade. Saíram da Praça dos Pioneiros e seguiram até a frente da Associação Comercial e Empresarial de Paranavaí (Aciap), entidade que apresentou a proposta de calendário para o funcionamento das lojas. A manifestação reuniu dezenas de carros e motos.

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