Chamada Teste

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) concluiu mais um período de monitoramento da dengue, fechando o ciclo epidemiológico de 12 meses, desde julho de 2019. Durante esse tempo, os municípios do Noroeste do Paraná somaram 21.808 casos positivos da doença e contabilizaram 20 mortes.

De acordo com os números divulgados pela Sesa ontem, a região ultrapassou os índices de epidemia. O Ministério da Saúde faz essa classificação quando são registrados 300 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. A incidência média da doença no Noroeste do Paraná foi de 7.141,04 confirmações para 100 mil moradores.

Os municípios com mais casos foram Paranavaí (7.408), Santa Isabel do Ivaí (1.815), Alto Paraná (1.741) e Querência do Norte (1.311). As mortes por dengue se concentraram em Paranavaí (5), Alto Paraná (4), Nova Londrina (2), Querência do Norte (2), Santa Cruz de Monte Castelo (2), Diamante do Norte (1), Itaúna do Sul (1), Marilena (1), Santa Mônica (1) e Terra Rica (1).

A dengue é um problema crônico da região. A prevenção e o combate à doença dependem de uma série de medidas tanto da população quanto do poder público.

Os moradores têm a responsabilidade de manter quintais limpos e eliminar as possibilidades de acumular água em qualquer tipo de recipiente. O descarte irregular de lixo em terrenos e fundos de vale também contribui para a proliferação do mosquito transmissor do vírus da dengue, o Aedes aegypti.

Ao poder público cabem a limpeza de bocas de lobo e galerias de águas pluviais, a manutenção de espaços públicos, a fiscalização para que os cidadãos cumpram, de fato, os deveres e a aplicação de multas em casos de descumprimento.

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