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“A Polícia Civil do Paraná (PCPR) investiga as circunstâncias da morte do investigador Osafá Pereira da Cruz. Procedimentos internos estão sendo reavaliados.” A nota da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) se refere ao caso da madrugada de domingo (6), quando o policial foi encontrado morto na Delegacia de Paranavaí.

Foi depois da prisão de Genivaldo Peixoto, de 38 anos, detido por volta das 20 horas, por violação de domicílio e consumo de drogas. Após análise, o investigador informou que os crimes eram de menor potencial ofensivo. Por isso, não ficaria preso, mas deveria assinar um termo de compromisso e comparecimento ao Fórum.

Osafá Pereira da Cruz

Horas depois, algumas pessoas ouviram vários disparos de arma de fogo vindos de dentro da delegacia. Foram até o local e encontraram o corpo do investigador caído no corredor com vários tiros. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu. O corpo de Peixoto foi encontrado ao lado com um disparo no crânio.

Na ocasião, o delegado-chefe Luiz Carlos Mânica declarou que “a possibilidade mais provável é que o sujeito ao ser liberado possa ter tido um surto (vamos apurar melhor no Inquérito Policial) e após luta corporal, conseguiu tomar a arma do policial e depois se suicidou”.

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