Esporte
O Brasil venceu bem na estreia domingo, batendo a Jamaica por 3×0, gols anotados pela atacante Cristiane. E o time volta a campo hoje, podendo já garantir a classificação para a próxima fase com uma rodada de antecedência. 
Mas, o desafio não será fácil, já que o time enfrente a Austrália, adversária direta na luta por uma das duas vagas neste grupo que tem ainda a Itália como uma das favoritas e a Jamaica correndo por fora. O jogo acontece no Stade de La Mosson, às 13h (Horário de Brasília; 18h na França).
A Austrália perdeu de 2×1 para a Itália e precisa do resultado. Uma nova derrota praticamente elimina a equipe, já que as italianas são grandes favoritas para o duelo com a Jamaica amanhã (14). Um empate ainda deixa as australianas no páreo, porém, dependendo da combinação de resultados. 
Brasil e Austrália sempre fazem jogos parelhos. Na Copa do Mundo do Canadá, em 2015, as duas seleções se enfrentaram nas oitavas de final. Na ocasião, as brasileiras foram eliminadas ao perder por 1 a 0. Já nos Jogos do Rio, em 2016, as australianas foram eliminadas pelo Brasil, nas quartas de final, em decisão nos pênaltis.
No Brasil a expectativa é pela escalação da camisa dez Marta, principal jogadora da história do Brasil, eleita seis vezes a melhor do mundo. Ela treinou desde terça-feira, depois de um período inativa por conta de lesão muscular. Estava em tratamento desde o dia 25 de maio. 
Na entrevista coletiva de ontem, o técnico Vadão não quis confirmar a presença. Preferia aguardar uma reunião para definir. A expectativa é de que a atleta jogue, restando saber se desde o início ou entrando durante a partida.
ANDRESSA ALVES – Para Andressa Alves, jogar em Montpellier é se sentir em casa. Foi no clube da cidade francesa que a brasileira iniciou sua carreira internacional, após sair do time feminino do São José, no interior de São Paulo. A atacante passou a temporada de 2015/2016 no Montpellier Hérault Sports Club, quando chegou a disputar a final da Copa da França vencida pelo Lyon. Atualmente, Andressa está no Barcelona.
“Me sinto muito bem em voltar pra cá, foi o clube que me abriu as portas na Europa. Agradeço muito ao Montpellier, aos diretores e as pessoas que me ajudaram durante a passagem pelo clube. O futebol feminino aqui é muito forte e me trouxe muita alegria”, disse.

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