Amadorismo
Uma das mais tradicionais equipes de futsal do Paraná tem remotas chances de escapar do rebaixamento para a Série Prata em 2020. O diretor Nivaldo Mazzin, em entrevista ao Diário do Noroeste na terça-feira, 27, afirmou que irá repensar se continua no comando do São Lucas/Cresol em 2020.
“Analiso a atual situação da equipe com muita tristeza, independente da fase negativa que estamos passando. O São Lucas é uma equipe de tradição com 39 anos de existência. Acho que é momento de repensar e decidir se o São Lucas deve ou não continuar no Paranaense”. 
Ele lamentou a pouca participação dos torcedores paranavaienses: “Fazer esporte para 20 ou 30 pessoas não vale a pena, o custo é muito alto e não tem como não depender de uma bilheteria e de patrocínios. Felizmente temos conseguido alguns patrocínios, mas não o suficiente para a sobrevivência”. 
Nivaldo acredita que outros desportistas poderão assumir o São Lucas, mas, antecipa que dificilmente deva continuar. Uma definição deve sair até janeiro.
No jogo contra Pato Futsal (e em outros) as despesas chegam em R$ 2.300,00 por jogo. Por isso, segue pedindo mais participação: “O torcedor de Paranavaí só comparece se o time for de primeira linha. Tenho observado que em outros locais, quando a equipe está em dificuldades, o torcedor comparece”. 
Segundo o presidente, as despesas com a equipe giram em torno de R$ 40 mil por mês, o que gera constantes prejuízos.
Por fim, agradece o apoio da imprensa. 
O São Lucas/Cresol é o último colocado na Chave Ouro com seis pontos e joga amanhã em Toledo. 

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