Esporte
Depois das pichações no Allianz Parque e do ataque ao ônibus do Palmeiras na chegada ao estádio para o jogo de quarta-feira, a Mancha Alvi Verde, principal organizada ligada ao clube, se manifestou em nota.
Repudiou o ato contra a delegação, mas fez cobrança ao diretor de futebol Alexandre Mattos, ao técnico Luiz Felipe Scolari e a jogadores, inclusive contestando recentes aumentos salariais – Dudu e Bruno Henrique receberam esse acréscimo.
“Nítido que não tivemos padrão técnico nos jogos do Paulista e Libertadores. Essa ´pedrada´ é do Felipão, que voltou a ser rabugento, teimoso e prepotente. Nas suas coletivas não assume que o time foi mal e ainda elogia em derrotas vergonhosas em clássicos dentro de casa”, diz a nota. 
“A impressão que temos é que perdeu-se o vestiário. Quem ganha ´somente´ R$ 300 mil não se entrega e não se envolve de fato e quem ganha R$ 1 milhão não joga para merecer tanto. (…) Que esse elenco pipoqueiro, que coleciona inúmeras eliminações nos últimos anos no nosso estádio, comece a jogar bola e respeite a nossa camisa”, continua a nota.
FELIPÃO/FRASE – O técnico Luiz Felipe Scolari rechaçou a hipótese de o Palmeiras ter entrado em campo diante do Junior Barranquilla abalado devido ao ataque de torcedores a ônibus do clube em sua chegada ao Allianz Parque. Em entrevista coletivaapós o triunfo por 3 a 0, o comandante alviverde interrompeu pergunta ao volante Bruno Henrique para rebater:
“Tu me viu com cara de assustado? Não tenho medo de bandido, ninguém tem aqui. Tenho respeito pelo clube e pelo nosso torcedor. Ninguém estava assustado. Eles, jogadores, enfrentaram isso com naturalidade. Não vamos dar visibilidade a quem não merece”.
Ao ser novamente questionado sobre o assunto, Felipão ratificou que não dará espaço à manifestação dos torcedores: “Não vamos dar visibilidade a quem não merece. É por isso que eles fazem. Eles não merecem”, disse.

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