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Entre os 10 menores municípios do Paraná em número de habitantes, três fazem parte da Amunpar – Associação dos Municípios do Noroeste do Paraná: Jardim Olinda (o menor de todos), Nova Aliança do Ivaí e Mirador. 
Os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados na quarta-feira (28) mostram que as menores cidades do Paraná seguem uma tendência de encolher ainda mais. As populações dos 10 menores municípios paranaenses, somadas, chegam a 18.503. 
O ranking das menores cidades é dominado por municípios do Norte e Noroeste paranaense. Jardim Olinda, no Noroeste, é a menos populosa entre as 399 cidades paranaenses e a 13ª entre os 5.570 municípios brasileiros. Com 1.331 pessoas, a cidade viu sua população diminuir em 32 moradores, ou 0,894%, entre 2018 e 2019. Na sequência aparecem Nova Aliança do Ivaí (1.543), Santa Inês (1.596), Esperança Nova (1.698) e Miraselva (1.806), todas pertencentes a uma das duas regiões (Norte ou Noroeste do estado). Completam a lista das 10 menores as cidades de Altamira do Paraná (1.942), Santo Antônio do Paraíso (2.106), Ariranha do Ivaí (2.108), São Manoel do Paraná (2.160) e Mirador (2.213).
Dessa lista, apenas Nova Aliança do Ivaí, que cresceu 0,587%, e São Manoel do Paraná, cuja população aumentou 0,093%, não tiveram redução no número de habitantes. A maior variação negativa do estado ficou por conta de Altamira do Paraná (-12,087%).
Ao todo 181 municípios paranaenses encolheram entre 2018 e 2019. As estimativas populacionais do IBGE mostram que 42% da população do Paraná vive em apenas 10 municípios. Juntas, essas cidades concentram 4.768.732 dos 11.433.957 habitantes do estado.
Municípios menos populosos do Paraná em 2019:
1 Jardim Olinda               1.331
2 Nova Aliança do Ivaí    1.543
3 Santa Inês                           1.596
4 Esperança Nova                   1.698
5 Miraselva                          1.806
6 Altamira do Paraná              1.942
7 Santo Antônio do Paraíso    2.106
8 Ariranha do Ivaí               2.108
9 São Manoel do Paraná   2.160
10 Mirador                          2.213
Paraná: em 17 cidades tem mais gente que nas outras 382
Somando as populações das 10 maiores cidades às de Araucária (143.843), Toledo (140.635), Apucarana (134.996), Pinhais (132.157), Campo Largo (132.002), Arapongas (123.027), Almirante Tamandaré (118.623) e Piraquara (113.036), o número de habitantes chega a 5.807.051, superando os 5.626.906 moradores das outras 382.
Entre os 17 maiores municípios do estado, o único que não apresentou crescimento em relação à estimativa de 2018 foi Foz do Iguaçu, no Oeste. Segundo o IBGE, a população da cidade diminuiu 0,112% no período de um ano.
Na outra ponta, São José dos Pinhais viu sua população aumentar 1,847% entre o ano passado e este ano. O município da região metropolitana da capital foi o 7º que mais cresceu no estado, ficando atrás de Tunas do Paraná (3,056%), Pontal do Paraná (2,433%), Mauá da Serra (1,962%), Itaipulândia (1,961%), Cafelândia (1,941%) e Fazenda Rio Grande (1,872%). Curitiba cresceu 0,83%. 
A média de crescimento no estado paranaense foi de 0,749%, enquanto a população nacional subiu 0,792%, chegando a 210 milhões de habitantes.”
A maior cidade do estado continua sendo a capital. Curitiba, com 1.933.105 moradores, detém 16,9% da população que vive no território paranaense. Na sequência, aparecem Londrina (569.733 habitantes), Maringá (423.666), Ponta Grossa (351.736), Cascavel (328.452), São José dos Pinhais (323.340), Foz do Iguaçu (258.532), Colombo (243.726), Guarapuava (181.504) e Paranaguá (154.936).
Para que servem as estimativas populacionais
A divulgação anual de estimativas populacionais de estados e municípios é prevista em lei. Os dados são considerados pelo Tribunal de Contas da União para o cálculo do Fundo de Participação de Estados (FPE) e Municípios (FPM). Além disso, são referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos.
De acordo com o IBGE, as estimativas são calculadas por meio de fórmulas matemáticas que levam em consideração a projeção da população estadual, a distribuição por meio de métodos demográficos e a tendência de crescimentos dos municípios delineada pelos números captados nos últimos dois Censos (2000 e 2010). Além disso, incorporam alterações de limites territoriais municipais ocorridas desde o último recenseamento de 2010.

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