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Os lojistas devem responder a pesquisa da Associação Comercial e Empresarial de Paranavaí (ACIAP) sobre o melhor formato para a campanha de fomento do comércio no Natal, porque esta é a principal data do comércio varejista. “Esta é uma hora que não pode ter erro. Se o lojista erra (na campanha de Natal), se as campanhas não ajudam nesta época, depois fica bem mais complicado dar sequência”.
O alerta é do lojista João Roberto Viotto Júnior, diretor da ACIAP, ao defender maior participação dos empresários na pesquisa que vem sendo realizado pela entidade, que está captando a opinião dos associados sobre a próxima campanha de fomento de vendas no fim de ano.
O questionário foi encaminhado aos associados através de e-mail e disponibilizados também nas redes sociais. Mas a participação está baixa e os resultados apresentados até agora pode não refletir a realidade. A Diretoria da ACIAP resolveu prorrogar por mais alguns dias a pesquisa.
Júnior diz que é “extremamente importante” a participação dos empresários neste processo. “É a data mais importante do ano para o lojista, o varejista de rua. Tem toda uma preparação, praticamente um semestre focado no período natalino, tem um calendário especial, quando o comércio abre até às 22 horas e o empresário deve se preparar. Não é à toa que já tem o calendário especial. É para ele ter tempo de se preparar, de arrumar seu estoque, de ajustar suas campanhas para poder fazer um fluxo de caixa, fazer uma venda maior nessa época”, diz o empresário.
O diretor da Associação reforça que no fim de ano há um ambiente mais propício para o comércio. “Tem o 13º salário, tem mais dinheiro girando na praça neste momento. Então é a hora que não pode ter erro. E a campanha de fomento vem para complementar tudo isso. O nome dela já diz tudo: campanha de fomento. Ela vem para somar com o calendário, com as ações das lojas, com este dinheiro à mais no mercado, com o clima natalino, com presente, com tudo”, reforça.

SEM CHORO
– Diante desse quadro fica evidente a importância da participação do empresário. Júnior adverte que, após aprovada e iniciada a campanha, não adianta mais querer dar sugestão. A participação tem que ser agora, diz o lojista, acrescentando que, depois que a campanha estiver na rua “não adianta reclamar, bater na porta da ACIAP, dizer que a campanha foi feita pra fulano ou cicrano, aí não tem mais choro nem vela”, diz, bem humorado.
Ele é enfático: “o varejista de rua tem sim que participar, de dar opinião. É lógico que tem que ser tudo muito democrático, tudo dentro das normas, da legalidade. Mas tem que participar, dar opinião, porque é o momento que faz toda a diferença no ano do lojista. Porque depois do Natal também vem uma época complicada, vem uma época de só promoção e de vendas mais baixa. Então, se o lojista erra, se as campanhas não ajudam ele nesta época, depois fica bem mais complicado dar sequência”, finaliza Viotto Júnior.

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