Local
REINALDO SILVA
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) registrou dois casos de sarampo no Paraná. A primeira confirmação saiu no dia 7 de agosto, uma moradora de Campina Grande do Sul. Agora, foi a vez de um homem de 54 anos, de Curitiba, manifestar a doença.
O sarampo é altamente contagioso, por isso, o estado de alerta se espalhou por todo o Paraná. Sendo assim, a 14ª Regional de Saúde deverá promover, na próxima semana, uma reunião técnica com profissionais de todo o Noroeste do Paraná. O objetivo é definir os protocolos de atendimento de pacientes que manifestarem sintomas da doença.
De acordo com a 14ª Regional de Saúde, ainda não há notificações de casos suspeitos nos municípios do Noroeste do Paraná, mas os riscos são grandes, por causa do fluxo de pessoas para outras regiões do estado e para outras localidades do país onde há confirmações de casos de sarampo.
As orientações para quem trabalha no atendimento primário aos pacientes é observar toda e qualquer manifestação dos sintomas de sarampo, que podem ser confundidos com os de outras doenças. Alguns exemplos: febre, manchas vermelhas na pele e conjuntivite. Segundo a 14ª Regional de Saúde, é preciso manter constante vigilância.
PREVENÇÃO – A forma mais eficiente de prevenir o sarampo é a vacina. Sem essa proteção, qualquer contato com alguém que tenha a doença pode resultar em contágio. Por isso, a recomendação é para que a população procure uma unidade de saúde e verifique a situação vacinal. Se for necessário, faça a atualização.
A 14ª Regional de Saúde informou que pessoas com até 29 anos de idade precisam ter duas doses da vacina. A partir dos 30 até 49 anos de idade, uma dose é suficiente. Acima de 50 anos de idade, considera-se que a pessoa já esteja imunizada. 
Dentro das chamadas vacinas de rotina, a de sarampo é destinada a pessoas com mais de um ano de idade. Com as duas confirmações pela Sesa, a estratégia mudou: crianças a partir de seis meses de idade devem ser imunizadas.
Quem manifestar sintomas de sarampo deve procurar uma unidade de saúde o mais rapidamente possível, para que todos os cuidados médicos sejam aplicados. Além disso, é necessário tomar medidas para minimizar os riscos de proliferação da doença.

Deixe comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos necessários são marcados com *.