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ADÃO RIBEIRO
Na próxima terça-feira (14) Paranavaí será sede do Fórum Regional Paraná Área Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação. A reunião macrorregional está programada para o Centro de Eventos (Avenida Deputado Heitor Alencar Furtado, 3260), a partir das 13 horas. São esperadas cerca de 800 pessoas.
Integrante da coordenação, o chefe do Núcleo da Secretaria de Estado da Agricultura (Seab), Ênio Luiz Debarba, lembra que a participação por parte do produtor tem importância dentro da meta de acabar com a vacinação. Isso porque a divulgação junto à classe é um dos requisitos previstos pelo Ministério da Agricultura.
Em todo o Paraná serão seis etapas do Fórum. Na regional Paranavaí, que abre a sequência, estão abrangidos os núcleos de Campo Murão, Cianorte, Maringá e Umuarama. 
Supervisor regional da Adapar, o médico veterinário Carlos Costa informa que o encontro é composto de partes técnica e motivacional. 
A primeira palestra, intitulada “Saiba o que muda após a suspensão da vacina contra a febre aftosa”, será proferida por Rafael Gonçalves Dias, gerente de saúde animal da Adapar. 
Logo após, o diretor executivo da Frimesa, Elias José Zydek, falará “Por que o Paraná deve parar de vacinar”. Deve apontar as vantagens de manejo e mercado, ente outros aspectos. 
Pelo cronograma estabelecido, a vacinação em andamento (até 31 de maio para animais com até 24 meses) deve ser a última no Estado antes do início dos prazos para adquirir a condição de área livre sem vacina.
Numa análise inicial, o status vai significar a ampliação do mercado. Costa lembra que os mercados mais exigentes remuneram melhor, o que resulta em ganho para o pecuarista. 
Sem contar o benefício imediato, pois, sem vacina o gado é poupado de uma etapa de stress e consequente reflexo na produtividade. Por outro lado, os custos diminuem com mão de obra e doses de vacina. Apenas o custo com doses chega a R$ 20 milhões no Estado. 

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