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Quatro municípios do Extremo-Noroeste do Paraná enfrentam surto de dengue: Loanda, Nova Londrina, Paranavaí e Porto Rico. Essa classificação se dá quando existe frequência na confirmação de casos da doença, mas a situação ainda não é de epidemia.
De acordo com informações da 14ª Regional de Saúde, a epidemia ocorre quando são identificados 300 casos positivos para 100 mil habitantes. Em proporções menores, três confirmações de dengue para cada grupo de 1.000 moradores.
A preocupação com o quadro identificado principalmente nos quatro municípios fez aumentar a aplicação de inseticida para eliminar os mosquitos que transmitem a dengue. Vale destacar que o Aedes aegypti também é responsável por propagar chikungunya, zika e febre amarela.
Mas ainda não é o momento para utilizar os carros que pulverizam o veneno. Antes, é necessário investir em uma série de ações de combate ao mosquito. Os chamados fumacês vão para as ruas somente quando o problema se agrava.
O primeiro passo é fazer a destruição mecânica de focos e de possíveis criadouros do Aedes aegypti. Trata-se da limpeza de quintais, calhas, marquises, canaletas e bueiros, além do descarte correto do lixo.
Quando um morador apresenta sintomas de dengue e existe comprovação por exames laboratoriais, a equipe de saúde promove uma série de ações chamadas de bloqueio. Entre as medidas está a aplicação do veneno contra o mosquito, a partir da bomba costal usada pelos agentes de controle de endemias.
O equipamento garante que a aplicação do inseticida seja 50% mais efetiva na comparação com os carros fumacês. Além disso, a pulverização feita pelo veículo provoca mais danos ao meio ambiente e à saúde dos seres humanos.

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