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Viralizou ontem nas redes sociais a multa recebida por um motorista por trafegar sobre as faixas, na cor branca, na Avenida Heitor Alencar Furtado, em Paranavaí. As faixas foram colocadas para permitir a conversão à esquerda com mais facilidade.
Só pode usar a faixa quem for fazer a conversão, ou seja, o motorista não pode passar pela faixa, mesmo estando livre sua mão de direção. Muitos motoristas não sabem que esse ato gera multa (gravíssima).
A multa aplicada ao motorista que divulgou a foto não foi aplicada por agente municipal de trânsito, e sim pela Polícia Militar, disse um funcionário da Diretoria de Trânsito (Ditran). “Pelo número do agente é possível constatar que o referido auto de infração foi lavrado pela Polícia Militar, pois existe previsão legal para tanto”. 
A sinalização horizontal denominada marcas de canalização está prevista no item 7, página 56, do Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito, volume IV
O objetivo dessas sinalizações horizontais (como a da Av. Heitor Furtado) é orientar e regulamentar os fluxos de veículos em uma via, direcionando-os de modo a propiciar maior segurança e melhor desempenho em situações que exijam uma reorganização de seu caminhamento natural. Portanto, os veículos, obrigatoriamente, devem respeitá-la seguindo suas demarcações.
Como as marcas de canalização direcionam o fluxo de veículos no mesmo sentido, a cor das linhas são brancas, como preconiza o Manual, que é estabelecido pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN).
O Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito, Volume IV, trata os Tachões (vulgarmente conhecidos como “tartaruga” ou “olho de gato”) como um complemento para melhorar a visibilidade ou quando se deseja imprimir uma resistência ao deslocamento que implique em transposição da marca, mas não as impõem como obrigatoriedade. 
A informação é que a Ditran está analisando a possibilidade de instalação destes reforços na sinalização na Avenida. O descumprimento desta sinalização horizontal pode gerar multa (infração gravíssima), com 7 pontos na CNH.

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