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De 1º de janeiro a 4 de agosto deste ano, a equipe do Corpo de Bombeiros registrou 150 ocorrências de incêndio em vegetação, somente em Paranavaí. O número é quase 40% maior do que no mesmo período de 2019, quando foram 109 atendimentos.

O tenente Victor Kamei explicou que a partir de julho até meados de outubro, as queimadas são mais comuns porque as “matas ficam mais secas e suscetíveis à combustão e à propagação do fogo”. Segundo ele, a maior parte dos incêndios ambientais tem influência humana. “Poucos são de forma natural.”

De 1º de janeiro a 4 de agosto, são quase 40% a mais do que no mesmo período de 2019

Uma das principais causas é a queima de terrenos. Muitos proprietários ateiam fogo para fazer a limpeza, mas a prática é considerada crime ambiental. Além disso, Kamei citou o descarte irregular de lixo e explicou que esses materiais “são combustíveis para eventuais incêndios ambientais”.

Motoristas que trafegam pelas rodovias e jogam bitucas de cigarro pela janela do veículo também podem provocar queimadas. De acordo com o tenente do Corpo de Bombeiros, “o cigarro é suficiente para iniciar um incêndio”.

O QUE FAZER? – Ao identificar um ponto de queimada, a primeira medida é acionar o Corpo de Bombeiros, ligando para 193, para que o combate seja feito o mais rapidamente possível. Quando há focos em diferentes partes da cidade, a equipe precisa gerenciar as ações. “Tentamos atender todos os chamados, mas damos prioridade àqueles que estão próximos a residências e comércio, onde há pessoas e [o incêndio] pode impactar a vida”, concluiu Kamei.

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