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MANDIOCULTURA

Fiman 2023 será realizada em novembro e quer bater recorde

“Superar o sucesso da edição de 2018, que foi melhor que a de 2016”. Esta é a meta dos organizadores da terceira edição da Feira Internacional de Mandioca (Fiman), que será realizada de 21 a 23 de novembro, no Parque de Exposições Costa e Silva, em Paranavaí. O propósito foi revelado pelo presidente do Conselho Deliberativo da Associação Comercial e Empresarial de Paranavaí (Aciap), Maurício Gehlen, que junto com o diretor para assuntos de indústria da entidade, Ivo Pierin Júnior, coordena a realização da Feira. Em 2018, a Fiman teve cinco mil visitantes, 100 expositores e os negócios chegaram a R$ 180 milhões – números maiores que os obtidos na edição de 2016.

Os objetivos da Feira são: promover negócios e o intercâmbio entre as empresas produtoras de derivados de mandioca, agregar valor à produção, ampliar a capacidade de produção e de geração de empregos no setor, implantar uma cultura de inovação tecnológica, criar um ambiente propício para inovação e negócios na cadeia produtiva e melhorar a qualidade e diversificar a produção de amido modificado.

A mostra destina-se a profissionais do setor industrial, produtores de mandioca, fornecedores nacionais e internacionais das indústrias de mandioca, indústrias nacionais e estrangeiras e varejistas e atacadistas de produtos à base de mandioca.

Apoios – Nesta quarta-feira, 30, Gehlen e Pierin estavam em Curitiba em busca de apoio para o evento. Eles estiveram com o governador Ratinho Júnior. “Ele foi muito receptivo à ideia e se comprometeu a ajudar para o sucesso da Feira”, informou Gehlen. Os coordenadores também estiveram com secretários de estado e na Assembleia Legislativa com deputados estaduais. “Muitos se comprometeram e estarão presentes na abertura da Feira”, acrescentou.

Além de Curitiba, os organizadores também já estiveram em Brasília. Eles se reuniram com deputados, ministros e senadores pedindo apoio para a realização da Feira. “Explicamos que a região de Paranavaí é a maior produtora de mandioca para fins industriais, referência em qualidade e onde se concentra o maior número de fecularias do país. Lembramos que o Paraná é responsável por 70% da fécula produzida no Brasil e que a Fiman é um ambiente para trocar experiência, conhecer tecnologias, realizar parcerias e definir novos caminhos. As autoridades se sensibilizaram e também garantiram apoio ao evento”, diz Gehlen.

A organização do evento está “animada” com a adesão das empresas à Feira, com expectativa de o número de expositores superar a edição de 2018. Da mesma forma, as perspectivas para a vinda de delegações estrangeiras são das melhores. Segundo Gehlen foi enviado convite a todas as embaixadas de países que produzem mandioca. “Já temos algumas comitivas confirmadas, principalmente de países da África, além da Tailândia e Japão, da Ásia”, informa Maurício Gehlen.

A Fiman é uma realização da Aciap que tem como parceiros a Sociedade Rural do Noroeste do Paraná, Sindicato Rural de Paranavaí, Centro Tecnológico de Mandioca (CETEM), Prefeitura de Paranavaí, Associação Brasileira de Produtores de Amido de Mandioca (ABAM) e Sindicato das Indústrias de Mandioca do Paraná (SIMP).

Mandiocultura impulsiona extensa cadeia produtiva
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