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*Rafael Octaviano

ARTIGO

A mística da camisa 7 do botafogo

*Rafael Octaviano

Após a vitória diante do Palmeiras fora de casa, o Glorioso fica a um passo de conquistar o título de Campeão Brasileiro após 29 anos (1995), e de quebra, ainda pode conquistar pela primeira vez a Copa Libertadores da América diante do Atletico Mineiro em Buenos Aires.

Quem acompanha futebol, conhece a famosa frase, “Tem coisas que só acontecem com o Botafogo”, e por muito pouco isso não se confirma em 2024. O Alvinegro desperdiçou a oportunidade de encaminhar o título em três oportunidades, contra adversários que lutavam contra o rebaixamento, jogando em seus domínios. Os empates foram contra Criciúma (Maracanã), Cuiabá e Vitória (Engenhão), além é claro, do empate diante do Atlético-MG no Estádio Independência, sem torcida e 50 minutos com um jogador a mais.

Tudo levava a crer, que assim como em 2023, o Botafogo fosse novamente pipocar na reta final. Com a vitória sobre o Palmeiras, o time de General Severiano só depende de seus resultados para conquistar o título, sabendo que terá adversários difíceis, e uma final de Libertadores no meio.

Em todas as grandes equipes e grandes conquistas, o Botafogo sempre teve um camisa 7 “místico”, de Garrincha, Jairzinho, Mauricio (título de 1889 – Jejum), a Túlio Maravilha (última grande conquista), o clube não conseguiu encontrar esse jogador. O jogador Victor Sá vestia a camisa 7, porém, em março de 2024, com a chegada de Luiz Henrique, a maior contratação da história do clube, assumiu a famosa camisa.

Luiz Henrique começou no arquirrival Fluminense, foi sondado pelo Flamengo, e acabou desembarcando em General Severiano como a principal contratação. Da minha parte, torcerei para o Botafogo nas duas competições, primeiro por querer ver o futebol do Rio de Janeiro fortalecido, segundo pelo grande amigo Augusto que está atuando com brilhantismo como CEO da SAF.

*Rafael Octaviano é secretário de Esportes e Lazer de Paranavaí

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