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COVID-19

Mudanças nas regras de isolamento são possíveis pelo avanço da vacinação

REINALDO SILVA

reinaldo@diariodonoroeste.com.br

Embora janeiro e fevereiro tenham sido marcados por uma explosão de casos positivos de Covid-19, resultado da alta transmissibilidade da variante Ômicron, a quantidade de pacientes internados em leitos hospitalares não acompanhou o avanço da doença. A estratégia de vacinação em massa teve papel preponderante nesse sentido.

Graças à mudança de cenário, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) alterou as regras de isolamento. De acordo com a nota orientativa, quem completou o esquema vacinal (três doses) ou testou positivo para Covid-19 nos últimos 90 dias não precisa ficar em quarentena após ter contato com alguém que apresente sintomas ou seja positivado – em casa ou no ambiente de trabalho, por exemplo.

A secretária de Saúde de Paranavaí, Andréia Vilar, explicou que antes, quando uma pessoa apresentava teste positivo no domicílio, todos os demais ficavam isolados por um período de tempo ou, após o quinto dia, faziam novos testes até obterem resultado negativo. Somente então poderiam sair da quarentena e voltar às atividades laborais.

Para quem não completou o esquema de vacinação e não contraiu Covid-19 nos últimos 90 dias, a regra é testar ao quinto dia após o contato com a pessoa positivada. Se o resultado for negativo, pode deixar a quarentena. Se houver confirmação, é necessário manter o isolamento.

A quarentena continua obrigatória para quem está comprovadamente com o vírus, a fim de que não propague a doença. A determinação vale inclusive para quem não manifesta sintomas.

Os períodos indicados para quem recebe o diagnóstico positivo são os seguintes: sete dias depois da coleta nos casos assintomáticos; sete a dez dias a partir do início dos sintomas em pacientes com sintomas leves; e 20 dias contados da data de surgimento dos sintomas em casos moderados a graves.

Vacinação – De acordo com os dados do Sistema Único de Saúde (SUS), até o dia 20 de fevereiro 91,48% da população do Noroeste do Paraná acima de 5 anos já havia iniciado o esquema vacinal, totalizando 224.717 moradores com a primeira dose. Apenas três municípios não alcançaram cobertura de 80%, a saber, Amaporã, Paranapoema e Santa Mônica.

Com atualização no mesmo dia, o OpendataSUS apontava 197.982 pessoas com duas doses da vacina, representando 88,10% do número de habitantes aptos para a vacinação.

A chefe regional de Vigilância Epidemiológica, Samira Silva, destaca que as pessoas com o esquema vacinal completo apresentam sintomas mais leves da Covid-19 e têm menores chances de transmitir a doença. Por isso, o apelo é para que as pessoas busquem a imunização.

Empresas – Os empresários podem contribuir com o avanço da vacinação, cobrando que os funcionários completem o esquema de imunização. Cada estabelecimento pode adotar o próprio sistema de verificação. Universidades públicas, como a Unespar e a UEM, exigem a apresentação do cartão vacinal. “O que não pode é deixar de vacinar e colocar em risco toda a população”, afirma Samira Silva.

Quarentena continua obrigatória para quem testa positivo para a doença
Foto: Arquivo DN
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