Te espero
E sei bem que só eu que te espero
Aqui me tens, constante e eterna é a expectativa
Por que de ser assim, sempre ingênuo e sincero
por mais que experiências eu tenha, e a vida eu viva?
Chegarás
E terás uma resposta esquiva ao que te perguntar
E eu, que tanto te quero, renderei novamente minha alma cativa
E enquanto sorrirás feliz, eu desespero
Há um imenso poder nessa sua bondade
E esse seu ar de mansa ternura e meiguice
Estraçalha aos teus pés toda a minha vontade
Que fazer? _ Hei de sempre perdoar o que fazes
E se choras? _ Nem sei
Sou eu que, esquecendo o que disse
enxugo o pranto e proponho as pazes



