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Operação cumpriu 15 mandados em Maringá e Santa Fé - Foto: Gaeco

OPERAÇÃO VAN GOGH

Policial militar é alvo do Gaeco em investigação sobre apoio a organização criminosa em Maringá e Santa Fé

Um policial militar lotado e em exercício em Santa Fé (90 km distante de Paranavaí) está entre os alvos da Operação Van Gogh, deflagrada na manhã desta terça-feira (12) pelo Núcleo de Maringá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná. A investigação apura a atuação de uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas e aponta que o agente de segurança pública teria dado apoio ao grupo.

Ao todo, foram cumpridos 15 mandados judiciais, sendo oito de busca e apreensão e sete de busca pessoal, nas cidades de Maringá e Santa Fé. As ordens foram expedidas pelo Juízo de Garantias da Vara Criminal de Santa Fé e pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Estadual.

Segundo o Ministério Público, as medidas atingiram uma pessoa jurídica e sete pessoas físicas. Durante o cumprimento dos mandados, uma pessoa foi presa em flagrante por receptação.

De acordo com o Gaeco, a investigação começou em janeiro deste ano, depois que o núcleo de Maringá recebeu informações sobre a prática de tráfico de drogas em Santa Fé. Com o avanço da investigação, o Ministério Público afirma ter reunido elementos que indicam a existência de um grupo estruturado.

Operação Van Gogh apura crimes de tráfico de drogas, extorsão, peculato e corrupção passiva – Foto: Gaeco

Ainda segundo o MP, esse grupo contaria com apoio logístico e operacional de um policial militar, que teria usado o cargo para favorecer a organização. Entre as condutas investigadas estão vazamento de dados e informações sigilosas, extorsão, proteção armada e perseguição a grupos rivais de traficantes.

A operação apura os crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, extorsão, peculato e corrupção passiva.

O cumprimento dos mandados teve apoio da Corregedoria-Geral, da Tropa de Choque e do Canil da Polícia Militar do Paraná. Segundo o Ministério Público, o nome da operação, Van Gogh, faz referência a uma característica física do principal investigado.

Fonte: Gabriel Trevisan - Da Redação

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