O laudo de necropsia das mortes de mãe e filha encontradas dentro de um carro submerso no Rio Paraná, em Porto Rico, apontou que ambas morreram por afogamento. A informação foi confirmada na tarde desta quarta-feira (13) pela delegada Iasmin Gregório, responsável pela investigação.
De acordo com a delegada, os exames não identificaram lesões anteriores nos corpos de Iria Djanira Ramon Costa Talaska, de 36 anos, e da filha dela, Maria Laura Ramon Talaska, de apenas 3 anos.
O caso aconteceu na noite de 2 de maio deste ano, quando o veículo da família caiu no Rio Paraná. Os corpos das vítimas foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros na madrugada seguinte, junto ao automóvel, que também passou por perícia.
No último sábado (9), a Polícia Civil prendeu Márcio Talaska, de 38 anos, em Nova Londrina. Ele é suspeito de provocar as mortes da esposa e da filha.
Segundo as investigações, Márcio conduzia o carro no momento em que o veículo entrou na água e teria sido o único ocupante a sair com vida. Inicialmente, o suspeito afirmou à polícia que a esposa dirigia o automóvel e que ela teria se perdido no trajeto.
Segundo a Polícia Civil, imagens analisadas durante a investigação mostram que era ele quem estava ao volante desde a saída da confraternização onde a família participava até a descida na rampa de acesso ao rio.
A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias do caso.
Moradora de Nova Londrina, Iria Djanira trabalhava como servidora pública no Hospital Municipal Santa Rita de Cássia. No dia seguinte à tragédia, a Prefeitura de Nova Londrina divulgou nota de pesar lamentando a morte da funcionária e prestando solidariedade aos familiares e amigos.



