“Se a leitura não se inserir na pessoa, no hábito, ela não vai ter a disposição para enfrentar dificuldades. A leitura abre portas, a leitura abre oportunidades.” A frase do professor e escritor Renato Benvindo Frata, presidente de honra da Academia de Letras e Artes de Paranavaí, fortaleceu o espírito dos diretores, professores e outras autoridades presentes no lançamento da 4ª edição do projeto Semeando Leitores, realizado nesta terça-feira (9), em Paranavaí.
Idealizado pelo Diário do Noroeste em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, o projeto mobiliza parte da rede municipal em torno de um objetivo comum, incentivar a leitura e a escrita entre os alunos do 5.º ano das 19 escolas municipais da cidade.

Neste ano, o tema é “O meu Brasil do amanhã”. A proposta é que os estudantes usem a redação para refletir sobre o país em que vivem e sobre o futuro que desejam construir. O gênero textual será livre.
Durante a cerimônia, a secretária de Educação, Wanessa Durante, destacou que o projeto chega à quarta edição fortalecido justamente pela parceria entre o jornal e a rede municipal. Segundo ela, a iniciativa se soma ao trabalho já feito pelos professores em sala de aula e ajuda a ampliar práticas que fazem parte do dia a dia das escolas.

“O concurso é sempre de maneira positiva, ele vem para agregar ainda mais um trabalho maravilhoso que vocês fazem, de uma forma dinâmica”, completou a secretária.
Representando o Legislativo junto com o vereador José Galvão, a vereadora Professora Ivany Azevedo definiu a leitura e a escrita como “ferramentas poderosas na formação das crianças, utilizadas pelo professor como agente desse processo de transformação social”. Ao lembrar a dificuldade de despertar esse interesse nos jovens, em meio às distrações do cotidiano com os celulares, a vereadora reforçou que ações como o Semeando Leitores ajudam a fortalecer o conhecimento dos alunos.

Durante a cerimônia, a diretora administrativa do Diário do Noroeste, Bruna Carvalho, compartilhou que o projeto parte da ideia de que a voz da criança importa na sociedade, que ela precisa ser ouvida e pode contribuir para um mundo melhor.

Segundo ela, a edição deste ano traz um diferencial importante, dando mais liberdade para que os professores escolham o gênero textual que melhor se encaixa na proposta pedagógica de cada turma, ampliando a liberdade de criação dos alunos.
Bruna também reforçou que o projeto é resultado de uma construção coletiva. Ao agradecer o envolvimento da equipe do jornal e da Secretaria de Educação, disse que a iniciativa se sustenta “na união de esforços e na crença de que leitura e escrita continuam sendo caminhos importantes para formar cidadãos mais críticos e participativos”.



