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Jude Bellingham Lionel Messi, Kylian Mbappé, Lamine Yamal: craques das semifinalistas da Copa do Mundo 2026 Foto: Fifa

COPA

Novas regras levam VAR a trocar cartões e anular gol antes de a bola rolar

Mudanças já tiveram impacto direto em partidas do Mundial disputado nos EUA, no México e no Canadá

A Copa do Mundo de 2026 tem servido de laboratório para novas regras aprovadas pela Ifab (International Football Association Board), órgão responsável pelas leis do futebol.

Entre elas estão a possibilidade de o VAR (árbitro assistente de vídeo) corrigir cartões aplicados ao jogador errado, o chamado protocolo Vini Jr. e a anulação de gols por infrações cometidas antes de a bola entrar em jogo em cobranças de escanteio e falta.

As mudanças já tiveram impacto direto em partidas do Mundial disputado nos EUA, no México e no Canadá.

Correção de cartões

O caso mais recente ocorreu nas quartas de final entre Suíça e Argentina. Logo após o empate suíço, o centroavante Breel Embolo fintou o volante Leandro Paredes e simulou ter sido atingido por um chute.

O árbitro português João Pinheiro mostrou inicialmente cartão amarelo a Paredes. Chamado pelo VAR para corrigir um erro de identificação, retirou a advertência do argentino e aplicou o cartão a Embolo por simulação.

Como o atacante suíço já havia sido advertido na partida com um cartão, recebeu o segundo amarelo e foi expulso.

Com um jogador a mais, a Argentina passou a controlar a partida e marcou duas vezes na prorrogação para vencer por 3 a 1 e avançar às semifinais.

A regra estabelece que, quando o árbitro aplica um cartão amarelo ou vermelho ao jogador errado, o VAR pode intervir para corrigir a identificação do infrator.

A novidade já havia sido utilizada na fase de grupos, na vitória dos Estados Unidos por 4 a 1 sobre o Paraguai.

Na ocasião, o árbitro Danny Makkelie advertiu inicialmente o zagueiro Tim Ream por uma suposta falta em Miguel Almirón. Após revisão do VAR, concluiu que o paraguaio havia simulado o contato, retirou o cartão do americano e advertiu Almirón.

Fonte: MATHEUS DOS SANTOS - DA FOLHAPRESS

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