Com uma alta de 7,1% em relação ao ano passado, o setor de alimentação e bebidas movimentará mais de R$ 1,2 trilhão até o final de 2026. É o que aponta a Pesquisa IPC Maps, especializada em potencial de consumo dos brasileiros há mais de 30 anos, com base em dados oficiais.
Nos cálculos acima, são levados em conta tanto os repasses com alimentação e bebidas no domicílio (alimentos “in natura”, industrializados, preparados e agregados como sacolão, varejão, cestão, etc, além de bebidas e infusões como sucos artificiais, cafés moídos e solúveis, chás, refrigerantes, cervejas, aguardentes, vinhos e outras bebidas alcoólicas), quanto fora dele (refeições, lanches, cafés da manhã, refrigerantes, cafezinhos, caldos, cervejas, chopes e outras bebidas alcoólicas).
Segundo o estudo, enquanto a primeira categoria responderá sozinha por cerca de R$ 838 bilhões dos gastos, a segunda representará R$ 374 bilhões das despesas no período.
Na liderança do ranking nacional, o estado de São Paulo gastará R$ 308 bilhões; seguido por Minas Gerais e seus R$ 135 bilhões; Rio de Janeiro com R$ 103 bilhões; e Rio Grande do Sul, na quarta posição, movimentará R$ 76,4 bilhões no segmento.
Diante desse cenário positivo, a quantidade de serviços alimentícios cresceu 12,2%. Entre abril de 2025 a abril deste ano, mais de 195 mil pontos foram inaugurados, somando, hoje, 1,8 milhão de unidades existentes no País. Sobre – Publicado anualmente pela IPC Marketing Editora, empresa que utiliza metodologias exclusivas para cálculos de potencial de consumo nacional, o IPC Maps destaca-se como o único estudo que apresenta em números absolutos o detalhamento do potencial de consumo por categorias de produtos para cada um dos 5.571 municípios do País, com base em dados oficiais, através de versões em softwares de geoprocessamento. Este trabalho traz múltiplos indicativos dos 22 itens da economia, por classes sociais, focados em cada cidade, sua população, áreas urbana e rural, setores de produção e serviços etc.



