Mais notícias...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Mais notícias...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Dr. Cleyton
Casa Maringá
Prefeitura Paranavaí – DENGUE
ONIL X
CRESOL
Compartilhe:
Avicultura é importante segmento produtivo brasileiro Foto: Redes sociais

NO CAMPO

Frango fica 5,6% mais caro no Sul, enquanto ovos têm queda de 13,2% em agosto

Os brasileiros encontraram algum alívio nos preços dos alimentos em agosto, mas a queda observada em algumas categorias não se estendeu a todos os produtos presentes na rotina das famílias. O estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, realizado pela Neogrid, ecossistema de tecnologia e inteligência de dados para a gestão da cadeia de consumo, mostra, por exemplo, que o preço médio dos legumes recuou 16,9% em relação a julho.

A retração alcançou outros itens importantes da alimentação básica. O preço médio por quilo da carne suína passou de R$ 17,11 para R$ 16,05 – uma redução de 6,2%. Os ovos tiveram queda de 3,3% no período, enquanto o feijão e o café em pó e em grãos recuaram 3% e 1,2%, respectivamente. O movimento acompanhou o comportamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou deflação de 0,32% em agosto, a maior queda mensal do indicador desde agosto de 2022, quando o índice havia recuado 0,36%.

“A combinação entre quedas e altas dentro da mesma cesta reforça que a inflação dos alimentos precisa ser analisada em um nível mais granular. Para o consumidor, isso significa que a percepção de alívio pode variar bastante de acordo com os produtos que fazem parte de sua rotina”, explica Marcelo Alves, gerente Executivo de Dados da Neogrid. “Para a indústria e o varejo, acompanhar apenas a inflação média não basta. É necessário entender onde o preço está mudando, em qual categoria e em qual região, para ajustar estoque, reposição e planejamento comercial antes que a mudança apareça na ponta.”

Na contramão das reduções, o preço médio por quilo da farinha de mandioca saltou de R$ 6,67 para R$ 7,05 em agosto – um acréscimo de 5,7%. A carne de frango subiu de R$ 12,29 para R$ 12,66, um avanço de 2,9%. O arroz teve incremento de 2,5%, enquanto o molho de tomate e o pão ficaram 2% e 1,8% mais caros, nessa ordem.

Pressão acumulada no ano – No acumulado entre dezembro de 2025 e agosto de 2026, o feijão apresentou a maior alta entre os itens analisados, com valorização de 30,9% – o preço médio passou de R$ 6,36 para R$ 8,33. Na sequência, aparece o leite UHT, que encareceu 29,9% no período. Também estão entre as maiores altas acumuladas os legumes (12,6%), a farinha de mandioca (11,2%) e o pão (7,3%).

Variações de preços em julho de 2026 no Sul – Na região Sul, as categorias que apresentaram maior elevação de preço foram frango (5,6%), arroz (2,8%), feijão (2,5%), molho de tomate (2,1%) e leite em pó (2%). Por outro lado, os principais recuos foram observados em ovos (-13,2%), legumes (-12,5%), sal (-3,3%), suíno (-2,4%) e açúcar (-1,7%).

Fonte: Assessoria

Compartilhe: