Transformar desafios enfrentados no chão de fábrica em projetos capazes de gerar resultados para a indústria é uma das frentes que o Senai Paraná leva ao 58º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel – ABTCP 2026, realizado de 6 a 8 de outubro, em São Paulo. Considerado o principal encontro da cadeia produtiva de base florestal da América Latina, o evento reúne empresas, especialistas e instituições ligadas ao setor.
No dia 8 de outubro, o Instituto Senai de Tecnologia em Celulose e Papel estará entre as ICTs convidadas para o Rede Conecta, iniciativa voltada à aproximação entre empresas que possuem demandas tecnológicas e instituições capazes de contribuir para sua resolução, além de unidades
EmbrapiI, potenciais parceiros e mecanismos de fomento.
A proposta é apresentar às empresas as possibilidades de atuação do Senai Tecnologia e Inovação, mostrando como a estrutura e as competências disponíveis podem contribuir para transformar necessidades industriais em projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).
“Mais do que apresentar o que o Instituto faz, queremos entender quais são os desafios que as empresas estão enfrentando e mostrar como nossas competências podem contribuir para transformar essas demandas em projetos concretos”, destaca Mateus Jonsson De Almeida, consultor de PDI.
Estrutura para desenvolver e testar soluções
Durante o Rede Conecta, o Instituto Senai de Tecnologia em Celulose e Papel apresentará suas principais competências, infraestrutura laboratorial e estrutura piloto, além das possibilidades de trabalho conjunto com empresas do setor.
A atuação pode abranger diferentes etapas do desenvolvimento tecnológico, desde o aprimoramento de produtos, materiais e processos até a realização de testes e validações. Conforme a complexidade da demanda, também é possível mobilizar competências de outros Institutos Senai de Tecnologia e Inovação que integram a rede nacional.
A lógica é aproximar a capacidade técnica disponível das necessidades concretas do setor produtivo. “Quando conseguimos conectar um problema industrial a uma competência tecnológica adequada, aumentamos as possibilidades de desenvolver uma solução aplicável e alinhada ao que a empresa realmente precisa”, explica Mateus.
Nesse contexto, o Instituto se coloca como um parceiro tecnológico para empresas que buscam desenvolver ou aperfeiçoar soluções, avaliar alternativas e estruturar projetos de PD&I. A aproximação com o setor também permite identificar demandas que podem resultar em novas frentes de cooperação.
Conexões que podem gerar novos projetos
Um dos diferenciais do Rede Conecta é que os contatos estabelecidos durante o encontro não precisam terminar no evento. As demandas identificadas podem evoluir para reuniões técnicas, construção de parcerias e avaliação de instrumentos de financiamento capazes de viabilizar projetos.
“Um encontro como esse cria uma oportunidade para ouvir diretamente a indústria, compreender seus desafios e construir caminhos possíveis. O mais importante é que essas conversas tenham continuidade e possam se transformar em projetos que gerem resultados concretos”, afirma Mateus.















