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Muro branco se transformou em um painel colorido com imagens que simbolizam quem era o homenageado Foto: Ivan Fuquini

JARDIM CENTRAL

Imagens e palavras homenageiam empresário Caio Augusto em praça pública de Paranavaí

REINALDO SILVA

reinaldo@diariodonoroeste.com.br

O muro branco se transformou em um painel colorido e repleto de histórias. Nos traços e nas cores do artista Josef André de Oliveira, momentos que fizeram de Caio Augusto dos Santos inspiração.

O empresário de Paranavaí tinha 28 anos de idade. Quem o conhecia, dizia que era um jovem alegre, disposto e com o propósito de ajudar quem precisasse. As palavras da vereadora Fernanda Zanatta complementam: “Todos falavam com muito carinho. Tinha o coração gigante”.

Morreu em 2021, por complicações da Covid-19. Entrou para a lista dos mais de 685 mil brasileiros vitimados pela pandemia, mas sua vida não caiu no esquecimento. Ao contrário, o nome de Caio Augusto ficará gravado para sempre na história de Paranavaí, graças a um projeto de lei de autoria dos vereadores Fernanda Zanatta, Luís Paulo Hurtado e Leônidas Fávero.

Votado na Câmara e aprovado por unanimidade, o texto propunha que a praça no Jardim Central recebesse o nome do empresário. A lei foi sancionada no dia 14 de julho deste ano.

Na última terça-feira (13), familiares e amigos se reuniram no local para oficializar o espaço público como Praça Caio Augusto. Os pais do jovem viajaram 350 quilômetros e voltaram a Paranavaí pela primeira vez desde que ele morreu. Fizeram questão de participar.

Homenagem – Fernanda Zanatta teve a ideia de colorir os muros brancos e estampar um pouco de quem era Caio Augusto.

Ali estão o Pequeno Príncipe ao lado de um cachorro, referência aos cuidados que tinha com os animais; um menino brincando com carrinhos, para lembrar que Caio Augusto era colecionador; figuras que lembram a infância e toda a alegria do empresário.

Também está afixada uma placa com trecho da canção “O anjo mais velho”, do grupo Teatro Mágico, composta por Fernando Anitelli:

“Tua palavra, tua história

Tua verdade fazendo escola

E a tua ausência fazendo silêncio em todo lugar

Metade de mim agora é assim

De um lado a poesia, o verbo, a saudade

Do outro, a luta

Força e coragem pra chegar no fim

E o fim é belo, incerto

Depende de como você vê

O novo, o credo

A fé que você deposita em você e só

Só enquanto eu respirar

Vou me lembrar de você

Só enquanto eu respirar”.

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