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Filme “O Agente Secreto” concorre a quatro estatuetas no Oscar 2026

CULTURA & CINEMA

Brasil brilha novamente no Oscar: de um marco histórico em 2025 a múltiplas indicações em 2026

Com “Ainda Estou Aqui” e “O Agente Secreto”, cinema brasileiro conquista prestígio internacional e reafirma sua consolidação artística e cultural

O cinema brasileiro vive um momento de visibilidade e prestígio crescentes no cenário internacional, com o país conquistando reconhecimento global nos últimos anos — especialmente no Oscar, a maior premiação da indústria cinematográfica mundial. Depois de um feito histórico em 2025, quando o filme “Ainda Estou Aqui” se tornou o primeiro longa brasileiro a ganhar o Oscar de Melhor Filme Internacional, além de ser indicado em categorias de destaque, o Brasil voltou a chamar atenção com uma série de indicações à edição de 2026 da premiação. 

2025: um marco histórico para o cinema brasileiro

A edição de 2025 da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas foi marcante para o país. “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles, não apenas venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional, mas também consolidou uma nova etapa para o cinema brasileiro no exterior. A obra, baseada em uma narrativa profundamente humana e política, conquistou público e crítica, reforçando a capacidade do Brasil de produzir filmes que dialogam com questões universais e complexas. 

Outro destaque daquele ano foi a indicação de Fernanda Torres, cuja atuação recebeu amplo reconhecimento internacional. A presença da atriz entre os indicados reforçou o prestígio do elenco brasileiro e evidenciou a força interpretativa que o país tem apresentado em produções de alcance global. A combinação entre direção consagrada, narrativa potente e performances marcantes fez de 2025 um divisor de águas para o cinema nacional.

2026: “O Agente Secreto” e novas conquistas

Em 2026, o cinema brasileiro volta a ocupar lugar de destaque na lista de indicados ao Oscar. O longa O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, conquistou quatro indicações significativas. O filme está concorrendo nas categorias de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator (para Wagner Moura) e Direção de Elenco — repetindo um feito raro na história do cinema brasileiro e igualando o número recorde de indicações alcançado por “Cidade de Deus” em 2002. 

Wagner Moura conquistou o Globo de Ouro de melhor ator de drama pela atuação em “O Agente Secreto”

“O Agente Secreto” ganhou destaque por sua narrativa intensa, ambientada no Brasil dos anos 1970 e estrelada por Moura, que já teve destaque internacional em outras produções. A presença do filme em categorias de peso como Melhor Filme e Melhor Ator reflete tanto o impacto artístico da obra quanto o reconhecimento da atuação de Moura entre os nomes mais respeitados do cinema mundial. 

Além disso, o cineasta brasileiro Adolpho Veloso recebeu uma indicação na categoria de Melhor Fotografia pelo trabalho realizado em “Sonhos de Trem”, ampliando ainda mais a presença do Brasil na premiação e destacando o talento técnico e criativo brasileiro. 

O significado dessas conquistas

As indicações brasileiras ao Oscar, tanto a vitória com “Ainda Estou Aqui quanto as várias nomeações em 2026, não são apenas números ou curiosidades de premiação. Elas representam um avanço concreto do cinema nacional em termos de visibilidade, relevância artística e reconhecimento internacional. Filmes brasileiros têm ganhado cada vez mais espaço em festivais importantes e nas telas globais, impulsionados por histórias fortes, desempenho técnico de alto nível e temáticas que ressoam além das fronteiras do país. 

À medida que o Oscar 2026 se aproxima, com cerimônia marcada para 15 de março, o Brasil entra na disputa com filmes e nomes, mas também com a convicção de que seu cinema criativo, plural e comprometido com narrativas humanas, ocupa um lugar de destaque na cultura global. 

Fonte: Cibele Chacon - Da Redação

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