Mais notícias...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Mais notícias...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Compartilhe:
Priscila Arraes Reino é advogada há mais de 25 anos e atua nas áreas trabalhista e previdenciária, com foco na defesa de profissionais que adoeceram ou sofreram acidentes em decorrência de suas funções Instagram: @priscilaarraes.adv | Tiktok: @priscilaarraes.adv YouTube: @ArraeseCenteno | Site: arraesecenteno.com.br

OPINIÃO

Burnout deixa de ser tabu e vira disputa trabalhista dentro das empresas

No Brasil, os transtornos por saúde mental representam um em cada sete afastamentos no trabalho. É nesse contexto que a advogada trabalhista e previdenciária Priscila Arraes Reino lança Burnout tem lei, obra voltada a orientar colaboradores sobre como reconhecer sinais de adoecimento relacionados estratégica diante da empresa, do INSS e dos profissionais envolvidos no acompanhamento da sua saúde. 

O assunto ganha ainda mais força com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passou a exigir atenção aos riscos psicossociais no ambiente profissional. Segundo a autora, muitos profissionais só percebem a gravidade do problema quando já perderam a capacidade de manter uma rotina mínima de trabalho. Um dos maiores erros, afirma, é acreditar que apenas um laudo médico basta para comprovar que a doença foi causada pelo ambiente corporativo.  

O adoecimento costuma acontecer de forma cumulativa. Mensagens fora do horário, pressão constante, metas abusivas, crises recorrentes, receitas médicas, afastamentos curtos e acompanhamento psicológico ajudam a construir a trajetória desse esgotamento, explica.  

Escrito em linguagem clara, acessível e sem juridiquês, Burnout tem lei busca traduzir para o leitor um universo que normalmente fica restrito a advogados, peritos e tribunais. A obra apresenta orientações práticas sobre como agir desde os primeiros sinais de esgotamento, explica como funcionam os processos trabalhistas e previdenciários e detalha quais direitos podem surgir quando a atividade desempenhada contribui para o desenvolvimento ou agravamento de um problema de saúde mental. 

Com mais de 25 anos de atuação na defesa de trabalhadores com doenças ocupacionais e acidentes de trabalho, a advogada afirma que existe uma cultura de normalização do excesso, em que muitos aprendem a chamar esgotamento de comprometimento profissional. Essa realidade levou a especialista a transformar informação jurídica em ferramenta de proteção.  

Priscila Arraes Reino defende que trabalhadores adoecidos precisam compreender seus direitos antes que a situação evolua para rupturas profissionais, financeiras e emocionais mais graves. Burnout tem lei dialoga com um cenário em que saúde mental passou a ocupar espaço estratégico nas discussões sobre governança corporativa, gestão de risco, sustentabilidade das relações de trabalho e responsabilidade social das empresas.  

Ficha técnica  

Título: Burnout tem lei 
Autoria: Priscila Arraes Reino  
Editora: AssedioNet 
ISBN/ASIN: 978-65-983419-7-8 
Páginas: 293 
Preço: R$ 68,99 
Onde encontrar: Amazon 

Fonte: Assessoria

Compartilhe: