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FUTEBOL-ARBITRAGEM

CBF reajusta taxas e árbitros vão ganhar até R$ 20 mil por um jogo

IGOR SIQUEIRA

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – A CBF aumentou as taxas pagas aos árbitros nas competições nacionais. O maior valor fica para a final da Copa do Brasil, que renderá R$ 20 mil a quem apitar o jogo.
No Campeonato Brasileiro, um árbitro Fifa ganhará R$ 6,5 mil por jogo. Um reajuste de 20% em relação ao ano passado.
Os assistentes (bandeirinhas) recebem 60% do que os árbitros principais ganham, assim como o VAR. Logo, ficam com R$ 3,9 mil por partida da Série A, se forem das categorias mais altas (Fifa e Master).
O salto na final da Copa do Brasil na comparação com 2022 foi de 80%: na decisão Flamengo x Corinthians, o árbitro ganhou R$ 11 mil, valor inferior ao que ganharão os assistentes neste ano: R$ 12 mil.
A CBF deve publicar a tabela completa de taxas nas próximas semanas.
PRESSÃO PELA ESCALA
Presidente da comissão de arbitragem, Wilson Seneme foi sucinto sobre como será resolvida a escalação do árbitro da final da Copa do Brasil, que pagará a melhor taxa do país: “No campo”.
E A CONTA?
As taxas de arbitragem são descontadas da bilheteria dos clubes a cada jogo. É uma das despesas fixas inseridas nos borderôs das partidas.
Na final da Copa do Brasil 2022, a taxa de arbitragem bateu R$ 57,49 mil, considerando que nove árbitros foram escalados, entre os que estavam no campo, à beira dele e na cabine do VAR.
Mas a CBF faz um movimento de aumento mais intenso na competição que passou a render mais aos clubes em cotas de participação, após negociação do novo contrato de direitos de transmissão. Só pela final, o time vencedor recebe R$ 70 milhões. O vice, R$ 30 milhões. O árbitro principal, R$ 20 mil.
O QUE ELES DISSERAM
“Já ficamos sabendo sobre isso pelo nosso presidente. É uma questão administrativa que vem nos valorizar, valorizar o futebol brasileiro também. É mérito da gestão do Seneme, com respaldo do presidente Ednaldo Rodrigues”.
Bruno Arleu, árbitro Fifa-RJ
“A gente fica muito feliz. Nossa profissão é difícil. O reajuste é importante para o quadro de arbitragem”.
Ramon Abati, árbitro Fifa-SC

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