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Palestrantes e diretores do Simp e da Abam no Road Show Conexões Globais 2026, em Paranavaí - Foto: Alex Martins

COMÉRCIO EXTERIOR

Fiep aponta exportação como alternativa para a indústria de transformação de mandioca

A Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) incentiva a internacionalização das relações comerciais como fator de fortalecimento da cadeia produtiva de mandioca. Durante o Road Show Conexões Globais 2026, na manhã desta sexta-feira (27), os palestrantes destacaram uma série de ferramentas que tornam possível acessar mercados externos de forma objetiva.

O evento foi realizado na sede do Sindicato das Indústrias de Mandioca do Paraná (Simp), parceiro da Fiep ao lado da Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca (Abam), e contou com a participação de representantes do setor de diferentes cidades do estado.

A Índia aparece como alternativa viável. Alcançou o posto de quinta maior economia do mundo em 2023, quando superou o Reino Unido, e as projeções indicam que fechará 2026 na quarta posição, ultrapassando o Japão. Até 2030, deverá estar entre as três maiores potências, à frente da Alemanha.

O país asiático é o mais populoso do mundo, com 1,47 bilhão de habitantes, o que representa 17,7% da população mundial. O número é superior ao da China, que soma 1,41 bilhão de pessoas.

O governo brasileiro tem apostado nas relações comerciais com a Índia, o que abre espaço para as empresas paranaenses ganharem projeção no território indiano. Considerando as especificidades dos derivados de mandioca, especialmente amido e fécula, é possível alcançar setores como a indústria têxtil, alimentos e bioplástico. 

De acordo com os palestrantes do Road Show, a competitividade internacional exige conhecimento, estratégia e ação. É preciso olhar o mercado e entender as particularidades. O resultado é o fortalecimento da marca, a projeção da empresa e a atração de investimentos.

A exportação também surge como ferramenta para desonerar impostos. Com a Reforma Tributária, será possível reduzir os valores a serem pagos ao governo desde que haja transações comerciais com outros países. Conforme repetiram em várias ocasiões, “exportação é ouro”.

Fonte: Reinaldo Silva - Da Redação

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