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Entidade defende que elevar a tributação dos combustíveis impõe custo imediato e generalizado ao setor produtivo e ao consumidor
Foto: Arquivo DN
Entidade defende que elevar a tributação dos combustíveis impõe custo imediato e generalizado ao setor produtivo e ao consumidor Foto: Arquivo DN

ECONOMIA

Fiep se posiciona contrária ao aumento do ICMS sobre os combustíveis

A Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) manifestou veemente contrariedade a qualquer aumento de impostos, especialmente sobre combustíveis, que são insumo estratégico e base de praticamente toda a economia.

O Conselho Nacional de Política Fazendária aumentou o valor do tributo, que entrou em vigor na última quinta-feira (1º). No caso da gasolina, a alíquota específica do imposto teve aumento de R$ 0,10 por litro, passando de R$ 1,47 para R$ 1,57. Já no diesel, a elevação foi de R$ 0,05 por litro, de R$ 1,12 para R$ 1,17.

A avaliação da entidade é que elevar a tributação dos combustíveis impõe sobrecarga imediata e generalizada ao setor produtivo e ao consumidor. O efeito é direto: aumenta o custo do transporte e da logística, encarece matérias-primas e insumos, reduz margens, compromete a competitividade e freia investimentos, com impacto em emprego, renda e crescimento.

Em nota, a Fiep considerou que não é aceitável que empresas e famílias continuem sendo chamadas a pagar a conta sempre que o poder público busca ampliar arrecadação. “A lógica de ‘arrecadar primeiro e ajustar depois’ penaliza quem produz, quem trabalha e quem consome e alimenta um ciclo de preços mais altos e menor dinamismo econômico.”

O caminho responsável é outro, defende a Fiep: corte de desperdícios, eficiência do gasto, revisão de prioridades, gestão fiscal séria e previsibilidade. A sociedade precisa de um Estado mais enxuto e mais eficiente, e de um ambiente de negócios estável, que estimule produtividade e investimento.

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