Calou-se, com efeito, há muito o tropel vitorioso das legiões romanas, mas exaltou-se a voz dos juristas, através dos tempos que sobrepuseram ao fragos dos foguetes, satélites, naves espaciais, armas modernas, injustiças sociais, e a não à aplicação do direito, a todos os segmentos da nossa sociedade.
Pois onde houver um aflito, injustiçado, perseguido, a não aplicação da Lei, haverá sempre através dos séculos a figura imprescindível amparado em nossas leis do advogado, para promover o bem comum.
É por isso mesmo que, como assinala incisiva e peremptoriamente Daril de Almeida Magalhães “os governos ou força nunca toleram advogado a ponto de Napoleão Bonaparte, depois de 18 Brumário extinguir a Ordem dos Advogados de seu país e proclamar que se deveriam lançar no Rio Sena os homens da Lei” para depois responder ao chanceler Cambacebes quando lhe propôs restaurá-la que “enquanto tiver esta espada na cintura não assinarei semelhante decreto. Eu quero que se corte a língua dos advogados que usem contra o governo”.
Assim também agem os tiranos, para que tentam impunemente, torturar, matar, omisso com os poderes que lhes foram conferidos enriquecimento com o dinheiro da nação, instituir Tribunal de exceção condenar como os seduceus, à noite, sem defesa em simulacro de julgamento.
No entanto graças a Deus o advogado continua em alto brado em todos os setores conclamando pelo direito a verdadeira aplicação da justiça, podendo exercer o seu honroso mister em todo território nacional, (não está restrito) consoante, o estatuto da advocacia e da OAB Lei nº 8906 de 4 de julho de 1994 DOU 05/07/94 e da Carta Magna-Constituição Federal.
E o império de Napoleão silenciou-se.
Nosso amplexo afetuoso a todos os causídicos, salve 11 de agosto de 2026. Dia do Advogado, imprescindível à Justiça.
DE LUZ E GRANDEZA MARCAMOS A HISTÓRIA.



