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Foto: Ivan Fuquini

DA GRAVIDEZ AO PUERPÉRIO

Mamãe e bebê saudáveis: rede pública de Paranavaí oferece cuidados antes, durante e depois da gestação

Serviços incluem consultas, exames, oferta de vitaminas e medicamentos, quando necessário, internação hospitalar para o parto e acompanhamento durante o puerpério

REINALDO SILVA

Da Redação

Daniela tem 24 anos de idade será mãe pela primeira vez. A moradora do Jardim Simone, em Paranavaí, está na 33ª semana de gravidez, e cumpre à risca o cronograma de consultas e exames pré-natais. “Cada detalhe vale a pena, porque depois você vai ver aquela carinha e vai falar ‘valeu a pena’. Tudo que passou, as agulhadas, os exames, os medicamentos, valem a pena.”

Daniela de Fátima da Silva Domingos Ruiz está na 33ª semana da gestação de Otávio Gabriel
Foto: Ivan Fuquini

O acompanhamento da gestação de Otávio Gabriel é feito na Unidade Básica de Saúde (UBS) Campo Belo, e Daniela de Fátima da Silva Domingos Ruiz não tem do que reclamar. “O atendimento foi bom. As pessoas se assustam por ser o SUS [Sistema Único de Saúde], mas, graças a Deus, até aqui, está tudo certo, sem nenhuma intercorrência.”

A médica Maria Carolina Leal Ricken, ginecologista e obstetra da Secretaria de Saúde de Paranavaí, explica que, sempre que possível, os cuidados devem começar antes mesmo da concepção.

Maria Carolina Leal Ricken fala do trabalho multidisciplinar: “Vê a gestante por inteiro”
Foto: Ivan Fuquini

O planejamento inclui exames que podem apontar, por exemplo, deficiência de vitaminas e doenças crônicas. “A gente dosa vitaminas, a gente dosa exames laboratoriais. Identificado algum fator de risco para uma perda, já tem como a gente prevenir.”

Jéssica Teodora Torres Docine, de 29 anos, moradora do Jardim Campo Belo, chegou à 31ª semana de gestação. Ian será o primeiro filho, e ela está animada com a chegada do pequeno. Quando descobriu a gravidez, procurou atendimento médico e descobriu que tinha pressão alta. O tratamento medicamentoso garantiu a normalidade e eliminou o que poderia ser um problema. “Agora já está controlada.”

Jéssica Teodora Torres Docine chegou à 31ª semana de gestação. O filho se chamará Ian
Foto: Ivan Fuquini

Dentro do aspecto fisiológico, quando a equipe de saúde considera necessário, as mulheres são encaminhadas para o serviço de referência de alto risco. No aspecto psicológico, elas têm suporte profissional durante toda a gestação.

“É todo um trabalho multidisciplinar, um trabalho bem completo. Além da parte médica, a gente tem os dentistas também, e todas as vezes que elas vêm, passam para uma consulta odontológica. A gestante é vista por inteiro”, diz a ginecologista e obstetra.

A médica considera ideal que a mulher passe por pelo menos oito consultas durante o período pré-natal. Primeiro com frequência mensal. A partir de 28 semanas, quando começa o terceiro trimestre, a cada 15 dias. Da 36ª semana em diante, semanalmente. Todas as UBSs são equipadas para oferecer os serviços necessários.

O parto – Assim que a gestante entra em trabalho de parto, logo após o rompimento da bolsa amniótica, a orientação é organizar os pertences e seguir para o hospital, no caso de Paranavaí, a Santa Casa. “O que a gente vê na novela? Não é aquilo. Pode pegar as coisas com calma e ir para o hospital”, garante a médica.

A gestante permanece internada até a hora do nascimento do bebê e recebe todos os cuidados necessários. A opção entre cesárea e parto natural depende da preferência da mulher e das condições fisiológicas dela.

Gestantes devem procurar atendimento na Unidade Básica de Saúde mais perto de casa
Foto: Ivan Fuquini

Pós-parto – Depois, mamãe e recém-nascido permanecem por 48 horas em observação. “A gente fica monitorando sinais vitais, examinando essa paciente, se tem algum risco, porque ela ainda está em um período delicado, que é o pós-parto. Dando toda a medicação que precisa, e orientando também a amamentação, porque a amamentação já começa ali.”

Durante o puerpério, assim chamado o tempo de 45 a 60 dias após o parto, mulheres e bebês também têm acompanhamento da equipe de saúde. A primeira consulta ocorre de sete a dez dias na UBS, e paralelamente, agentes comunitários de saúde seguem monitorando a evolução do quadro.

Datas mais e menos comuns de aniversário em Paranavaí

Um levantamento da Associação do Registro Civil das Pessoas Naturais do Estado do Paraná (Arpen-PR), feito a pedido do Diário do Noroeste, apontou as datas mais comuns de nascimento em Paranavaí e aquelas com menor frequência no período de 2015 a julho de 2025. Confira:

5 datas mais comuns

20 de abril – 5.368 registros

20 de maio – 5.330 registros

15 de maio – 5.320 registros

10 de março – 5.254 registros

10 de maio – 5.247 registros.

5 datas menos comuns

6 de março – 65 registros

12 de fevereiro – 65 registros

21 de dezembro – 64 registros

2 de abril – 63 registros

23 de fevereiro – 62 registros.

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