Mais notícias...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Mais notícias...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Compartilhe:

TELEMEDICINA

Ministério da Saúde vai liberar teleconsultas mesmo com fim de emergência para Covid

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, vai reeditar a portaria que permitiu a realização de consultas e diagnósticos a distância no Brasil depois da explosão da epidemia do coronavírus.
Ele afirmou à coluna que a medida vai inclusive ampliar a prática da telemedicina no país, prevendo teleconsulta, monitoramento de tratamentos, diagnósticos e a realização de procedimentos de radiologia e de cardiologia à distância. A prática sempre causou polêmica do Brasil. Ele afirmou à coluna, porém, que sua eficácia ficou comprovada durante a epidemia da Covid-19.

Em 2018, o Conselho Federal de Medicina (CFM) chegou a baixar uma resolução para regulamentar o atendimento à distância.

Em meio a críticas, porém, a entidade decidiu revogar a norma, atribuindo a decisão ao alto número de propostas encaminhadas para alteração na resolução e “ao clamor de inúmeras entidades médicas, que pedem mais tempo para analisar o documento e enviar também suas sugestões”.

O assunto ficou em banho-maria, até que a Covid-19 exigiu medidas extremas de isolamento -e a adaptação da área médica, que recorreu à tecnologia para fazer teleconsultas e seguir com tratamentos para os quais a presença física do paciente não era imprescindível.

Quando foi anunciada pelo CFM em há três anos, a possibilidade de liberação de um maior número de atendimentos online foi alvo de críticas de conselhos regionais de medicina e outras entidades médicas.
A maior parte delas dizia respeito às consultas não presenciais e à segurança dos dados. A AMB (Associação Médica Brasileira) foi uma das que pediu revogação da resolução. Segundo a entidade afirmava à época, a responsabilização por eventuais erros médicos que poderiam ser cometidos com a consulta à distância era uma das grandes preocupações das entidades.

Os dirigentes davam o exemplo de uma pessoa que sente dor de cabeça, sem dar maior importância ao que pode ser a manifestação de um aneurisma ou de pressão arterial elevada -o que poderia ser detectado com maior rapidez em um exame físico, pilar da relação entre o médico e o paciente.

 

Fonte: FolhaPress

Compartilhe: