Mais notícias...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Mais notícias...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Compartilhe:
Nova geração de pilotos do Paraná ganha espaço no kart, Stock Car e Fórmula 1. Na foto, Felipe Drugovich, Zezinho Muggiati e Guilherme Moleiro. Foto: Sebastiaan Rozendaal / Dutch Photo Agency - Jackson de Souza - Rodrigo Ruiz

DESTAQUE

Nova geração de pilotos do Paraná ganha espaço no kart, Stock Car e Fórmula 1

Do kart às pistas internacionais, o Paraná se destaca com jovens talentos do automobilismo. Atualmente, três nomes representam fases diferentes dessa escalada: Felipe Drugovich tem 25 anos, é de Maringá, no Noroeste do Estado, e já está na Fórmula 1 como piloto de teste; Zezinho Muggiati, curitibano de 22 anos, é revelação da Stock Car; já o jovem de 14 anos Guilherme Moleiro é de Rolândia, Norte do Paraná, e é promessa precoce do kartismo nacional.

Em trilhas distintas, mas com a mesma origem, os pilotos paranaenses mostram por que estão entre os mais promissores do país, seja pela técnica, pelos resultados ou pela maturidade em pista. O que os une é o talento lapidado desde cedo.

O ponto de partida é quase sempre o mesmo: o kart. É nele que os pilotos aprendem os fundamentos da pilotagem: como traçar curvas, defender posições, lidar com disputas roda a roda e, sobretudo, desenvolver o raciocínio rápido que o esporte exige.

A modalidade é acessada ainda na infância, geralmente entre 5 e 8 anos, e serve como base para qualquer carreira no automobilismo profissional. A partir do kart, os caminhos se bifurcam.

Os pilotos que sonham com a Fórmula 1, considerada o topo da pirâmide, geralmente partem para a Europa na adolescência. Lá, entram em categorias como Fórmula 4, Fórmula Regional e Fórmula 3, subindo degrau por degrau até a Fórmula 2, que é a etapa final antes da F1.

É um percurso técnico, longo e caro, que exige resultados consistentes, apoio financeiro e oportunidades bem construídas. Felipe Drugovich percorreu essa rota com êxito.

Outro caminho é o dos carros de turismo, mais sólido dentro do Brasil e com estrutura profissional. Pilotos como Zezinho Muggiati optam por essa trajetória e constroem carreira na Stock Car, a principal competição da modalidade no país.

Já talentos mais jovens, como Guilherme Moleiro, ainda estão no kart. É uma fase decisiva, em que títulos estaduais e nacionais funcionam como vitrine para programas de formação, patrocínios e convites de equipes maiores. O desempenho nessa base define o quanto um piloto pode subir.

Compartilhe: