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FUTSAL

“O que me mantém é a felicidade de praticar o esporte que amo”, diz Giva da São Lucas

Uma das lideranças técnicas e o mais experiente do elenco da São Lucas nas duas últimas temporadas, Giva, 46 anos, não pensa em aposentadoria tão cedo. Em recente entrevista ao Diário do Noroeste afirmou que o que o mantém jogando é a felicidade em praticar o esporte que ama, além da boa saúde e condicionamento para conseguir performar dentro de quadra.

“O dia que eu não tiver motivação em chegar em uma quadra e não ter alegria para treinar e o prazer para viver aquele momento, eu paro.”

Natural de Cerro Largo no Rio Grande do Sul, Giva iniciou a carreira ainda muito jovem. Aos 15 anos, ele já atuava na equipe profissional da cidade natal. Nas temporadas seguintes passou por outras equipes gaúchas até chegar a primeira oportunidade no Paraná. Em 1998 jogou pelo Apucarana.

No ano de 1999 foi para o Cascavel, equipe que ficou até 2002. Nesse período foi campeão do Jogos Abertos, Taça Brasil e chegou até a final da Série Ouro. De 2002 até 2004 atuou em Londrina.

Após defender a equipe do norte pioneiro chegou a Paranavaí para sua primeira passagem na São Lucas, onde jogou até 2007, quando se transferiu para o futsal do Cazaquistão. Naquele pais conquistou diversos títulos.

No exterior também jogou na República Tcheca e Letônia. Retornou para o Brasil em meados de 2020.  

Na segunda passagem pela São Lucas, o atleta viveu situação oposta. Na primeira vez em Paranavaí, o time disputava a principal divisão do Paranaense de Futsal e agora joga a Série Bronze.

Para ele, é uma situação muito triste pela história da São Lucas. “Tudo tem um recomeço, quero dar minha contribuição. Estamos em um projeto que vem melhorando”, contou o atleta.

Sobre onde irá atuar na próxima temporada, Giva disse que a prioridade é São Lucas, pois tem um amor muito grande pelo clube e por Paranavaí, a cidade que escolheu para viver.

Durante a entrevista, o experiente atleta contou que ainda na adolescência teve a oportunidade de jogar futebol de campo. Ele foi aprovado nas categorias de base do Internacional, mas não teve condições de se manter na capital Gaúcha e ficou no futsal.

Ainda sem cogitar a aposentadoria, ele comenta que quando chegar o momento vai tratar com naturalidade. Mas uma função que não pretende exercer após pendurar os tênis é a de treinador de equipe adulta.

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