Nele o instante é o hoje
Nele o hoje é o amanhã
Nele o amanhã é o futuro
Nele o futuro é a eternidade
O francês Joseph Nicéphore Niépce
Em 1816 te inventou
Tornou-se popular e prático em 1839,
Pelas mãos de Louis Deguerre
Eis um fenômeno humano
Tudo ficou eterno
As conquistas dos homens
As guerras dos homens
As misérias humanas
Os sonhos dos homens
As paixões dos homens
Os amores dos homens
As famílias dos homens
É impossível não acreditar na ciência
No amor
Nas emoções
Na paz entre os homens
Basta ainda pensar
Que em muitas famílias ou em todas
Há uma caixa de retratos
Que conta a vida, os sonhos, as conquistas
As alegrias, a saudade e a eternidade de muitos delas.
Nota da Redação: A coluna Retratos de hoje presta uma homenagem a todos os homens e a todas as mulheres que construíram o nosso passado e por isso nos indicam o futuro. No caso, em particular, nos ajudam a contar a história de Paranavaí e da região Noroeste.
O texto, com todos os sotaques e grande conhecimento sobre Paranavaí e sobre o Brasil, é do advogado, professor e administrador Edmar Lima Cordeiro.
Você também pode fazer parte da coluna Retratos. Envie a foto e uma breve descrição para paranavai@diariodonoroeste.com.br. Não se esqueça de colocar nomes, datas e descrição do evento.
A foto que ilustra o texto de Edmar Cordeiro é da década de 1980 (a julgar pelo Corcel, Fusca e pelo Fiat 147). Mostra a entrada de Paranavaí “naquele tempo”.
(Coluna assinada semanalmente pelo jornalista e historiador Adão Ribeiro com pesquisa de Vera Longo).




